sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Merry Christmas!!


Um Feliz Natal a todos!


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Polysics “Young OH! OH!”

aqui falei da banda japonesa – Polysics – que regressou aos discos com – Absolute Polysics – que foi lançado no final de 2009 no Japão e no inicio deste ano nos Estados Unidos. A banda que apresenta uma sonoridade dentro do new wave e o punk industrial, estão no activo desde 97 e já contam com uns 10 álbuns e todos fabulosos.

Apresento então do novo registo - Absolute Polysics – o primeiro single “Young OH! OH!”.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Benga "Baltimore Clap"

Sinceramente não aprecio muito a música do londrino Benga, mas é o video do seu mais recente EP – "Phaze : One" - que me fez aqui o destacar.
O clip de animação foi dirigido pelo Kristofer Ström e produzido nos estúdios Blinkink. Num ambiente sonoro entre o electro e o dub, a animação entra nesse ritmo, mostrando gráficos bem interessantes, num movimento agressivo das suas personagens. Muito bom, ora vejam!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

ILikeTrains “A Father’s Son”

A banda inglesa – ILikeTrains – que editou em 2007 o seu grandioso álbum de estreia - Elegies to Lessons Learnt – está de regresso aos discos este ano, com "He Who Saw The Deep", editado em Novembro pela Beggars Banquet. É um disco mais triste do que o anterior, mas que conquista e contagia.

O 1º single de "Elegies to Lessons Learnt", chama-se “A Father’s Son” e está aqui o vídeo.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Os Melhores de 2010

A terminar o ano, faço aqui um apanhado dos melhores álbuns internacionais e nacionais, que para mim tiveram mais relevância. Ao contrário dos dois anos anteriores, desta vez também resolvi referir os melhores livros de Banda Desenhada.
Não existe dúvidas enquanto à qualidade dos discos editados durante este ano. Falei aqui alguns desses álbuns, deixando de fora outros que também mereciam aqui serem destacados, mas que não tive tempo de os referir. É o caso dos Grinderman “Grinderman 2”, Devo “Something for Everybody”, Laurie Anderson “Homeland”, The Walkmen “Lisbon”, Blank Dogs “Land & Fixed”, Blonde Redhead “Penny Sparkle”, Duran Duran "All You Need is Now" e até mesmo o extraordinário Neil Young com “Le Noise”. Enquanto à banda desenhada, apenas menciono os livros que consegui ler, reconhecendo a sua enorme qualidade e que realmente merecem ser destacados. E estejam à vontade para dispor!

Fica aqui então uma pequena lista aleatória da minha preferência dos álbuns internacionais e nacionais, e dos livros de banda desenhada.

*10 Álbuns Internacionais

Wovenhand "Treshingfloor"
Killing Joke “Absolute Dissent”
Zola Jesus “Stridulum II
Arcade Fire “Suburbs”
Brian Jonestown Massacre “Who Killed Sgt. Pepper?”
Einstürzende Neubauten “Strategies against Architecture IV”
Foetus “Hide”
Natalie Merchant "Leave Your Sleep"


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Wind along the Coast

Vasco Granja era um grande divulgador da animação russa. Eu sou da opinião que a Rússia é um dos países mais ricos em produção de animação. Ivan Maximov é um dos meus favoritos da animação russa e produziu em 2004, a belíssima e magnifica curta “Wind along the Coast”, que chegou a ser premiada no Festival internacional de cinema de animação em Espinho – Cinanima – no ano de 2004. Este projecto também só foi possível, graças ao financiamento do Ministério da cultura da Rússia e da fundação ao financiamento do Ministério da Cultura da Rússia. Maximov estudou física e frequentou variados avançados de realização e argumento. Desde 81 trabalha como ilustrador para diversa revistas e em 89 tem realizado diversos filmes de animação. Alem de ter criado o jogo de computador “Full Pipe”, neste momento é professor de realização nas escolas “Shar” e “Vgik” em Moscovo.

A história é sobre o sofrimento de uma aldeia perto da costa, derivado aos ventos muito fortes.


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Soft Moon “Parallels” / "Breathe the Fire"

Aqui está mais um projecto interessante vindo de São Francisco, Estados Unidos, os The Soft Moon (Luis Vasquez). O multi-instrumentista faz uma fusão perfeita entre o Krautrock, o post-punk e o shoegaze, transmitindo um ambiente penetrante e sinistro. Após dois singles editados – “Breathe The Fire” e “Parallels” – foi finalmente editado o álbum de estreia – The Soft Moon. É um registo bastante interessante, que tenho consumido com alguma frequência nestes últimos meses e que está obrigatoriamente na lista dos meus favoritos para este ano.

Para ver e ouvir “Parallels” e apenas disponível para audição, o excelente tema “Breathe the Fire”.

"Parallels"



"Breathe the Fire"

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Blacksad 4: “O Inferno, O Silêncio”

Foi um dos livros que comprei no 21º AmadoraBD e que não me desiludiu, ao contrário do que esperava. A dupla espanhola - Díaz Canales e Guarnido – regressam 5 anos depois de “Alma Vermelha” e que nos surpreende mais uma vez com uma excelente obra. Um desenho majestoso, com um fascinante jogo de cores e de um argumento muito mais interessante, ao contrário do anterior. Blacksad 4: “O Inferno, O Silêncio”, é por isso um volume que aconselho a descobrirem!
Podem aqui ver mais alguns pormenores dos livros anteriores desta colecção.

“Nos anos 50, em Nova Orleães, graças a Weekly, um produtor de jazz chamado Fausto conhece Blacksad a quem incumbe uma missão: descobrir o paradeiro de Sebastien, pianista que desapareceu há já vários meses e que Fausto acredita estar uma vez mais a afundar-se no mundo da droga. O seu pedido torna-se ainda mais urgente, uma vez que Fausto sofre de cancro em fase terminal. Blacksad aceita a missão mas, pouco a pouco, vai descobrindo que Fausto não lhe disse tudo…”

Autor: Díaz Canales, Guarnido
Editora: Edições Asa
Colecção: Blacksad
Preço: 15.50€

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

The Feelies com novo álbum

Depois do seu regresso em 2008 com inúmeros concertos e reedições, a banda de New Jersey irá editar um novo registo 20 anos depois, que está previsto ser lançado na primavera do próximo ano.
Os The Feelies formaram-se em 1976 e dissolveram-se em 1992. Produziram 4 álbuns, sendo o de estreia – “Crazy Rhythms” - de 1980, um verdadeiro clássico.

Recordo “Away” do disco “Only Life” de 1988.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Detachments “Detachments”

Depois de terem desvendado vários singles durante o ano passado, os londrinos Detachments editam finalmente o seu álbum de estreia. “Detachments” é praticamente uma viagem nostálgica ao que de melhor se fez nos anos 80, constando o synthpop de uns Human League ou de uns Orchestral Manoeuvres in the Dark, passando pela fase post-punk dos New Order e ainda o New Wave de Gary Numan. Não é por acaso que Peter Hook (ex-Joy Division e New Order), admitiu ser um grande admirador da banda, onde estes o acompanharam em vários concertos ao vivo.
James Ford (Simian Mobile Disco), que já produziu álbuns para os Arctic Monkeys, Florence and the Machine e Peaches, é o responsável também pela produção de “Detachments”, pela editora ThisIsNotAnExit.
Somos presenteados pelo um ambiente predominante dos sintetizadores, num conjunto de grandes temas, destacando-se os singles - “Audio / Vídeo”, “Holiday Romance”, “H.A.L.”, “Circles” e “Fear No Fear”.

Tracklist:

1. Audio / Video
2. I Don't Want To Play
3. Art of Viewing
4. Holiday Romance
5. You Never Knew Me
6. Sometimes
7. H.A.L.
8. Circles
9. Tread Along
10. Fear No Fear
11. Words Alone

Detachments “Detachments” (ThisIsNotAnExit) – 8/10

Depois de aqui já ter mostrado o último single “H.A.L.”, eis agora “Holiday Romance”.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Allegro Non Troppo – Sibeliu’s Valzer Triste

aqui tinha mostrado da animação “Allegro Non Troppo” do italiano Bruno Bozzeto, um dos seis fragmentos do filme. Foi produzido em 1976, e apresenta então 6 animações que se une com a música clássica, tendo como resultado final, um trabalho realmente fabuloso!
O “Bolero” de Ravel que aqui apresentei, mostrava a evolução do ser vivo, sempre recorrendo ao som da música clássica. Desta vez mostro “Valzer Triste” de Sibeliu’s, que mostra um gato a vaguear pela uma casa em ruínas, recordando-se dos tempos em que era habitada.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Foetus “Stood Up”

Cinco anos após o álbum – “Love” – Foetus (J. G. Thirlwell), está de regresso e em grande forma com o décimo registo – “Hide”. O multi-instrumentista que está no activo desde 81 e que partilha nas suas influências, o experimental, o industrial e o clássico contemporâneo, é considerado um dos pioneiros da sonoridade mais industrial, pela sua inovação. Editou excelentes discos, destacando-se “Nail” de 85, “Thaw” de 88, “Gash” de 95 e “Flow” de 01.
Desde “Love”, que o músico resolveu afastar mais as suas raízes industrias e explorar ambientes dentro da música clássica. O neo-sinfônico e o avant-psicodélico, é o que podemos encontrar em “Hide”, transmitindo um ambiente intenso, melancólico, vibrante, sombrio e inesquecivelmente belo.
O álbum já está disponível desde Outubro, pela Ectopic Ents.

Para escutar “Stood Up”.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Favelados, de Laurent Rossi e Tori Davis

Dei de caras com esta agradável curta-metragem de animação, um trabalho final de curso. Os autores de “Favelados” são Laurent Rossi e Tori Davis, produzido no Arts University College em Bournemouth no Reino Unido, e cuja história se passa numa das muitas favelas do Brasil. A história retracta duas crianças órfãs que vivem numa favela no Rio de Janeiro. Emmanuel, um engraxador, tenta tratar da sua irmã que está muito doente e que quer que ela volte a ser novamente feliz.

Recomendo!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

[A Velha JukeBox] The Housemartins: Happy Hour


The Housemartins: Happy Hour (London 0 Hull 4 _1986)


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

The Young Gods “L'Amourir"

A banda formada em 1985, por Franz Treichler, Cesare Pizzi e Frank Bagnoud, em Genebra, Suíça, os The Young Gods são um dos grupos mais influentes do rock industrial. O nome da banda foi inspirado no EP – The Young God – dos Swans e familiarizaram os samplers como instrumento principal. O grupo começou quando Pizzi (um aficionado em computadores), se ofereceu para ajudar Treichler em apresentar as suas composições ao vivo. Após terem dado o 1º concerto em 85, arrumam um baterista – Bagnoud – e formam então a banda. Mesmo um pouco limitados com equipamento que possuíam, conseguiram dar diversos concertos, obtendo depois um sampler (Akai).
Em 86 lançam então o 1º single – “Envoyé” – que se tornou um dos temas centrais da banda e conseguindo chegar ao público inglês. Pela Wax Trax! Records, lançam em 87 o fenomenal - “The Young Gods” – produzido por Roli Mossiman (baterista dos Swans), que viria a produzir a maioria dos álbuns da banda. A revista inglesa - Melody Maker – ainda elegeram o disco, como o melhor do ano. Segue-se “L'Eau Rouge” editado em 89 pela Play It Again Sam, é considerado pela crítica, superior ao primeiro LP. "L'Amourir", "Longue Route", “L'Eau Rouge”, “Charlotte” e “Pas Mal”, são alguns dos excelentes singles disponíveis no disco. “L'Eau Rouge” também é marcado pela saída de Bagnoud, substituído por Urs "Üse" Hiestand.
Os TYG rumam aos Estados Unidos para dar vários concertos, conhecendo bandas como os Ministry e os Soundgarden. Os norte-americanos apreciaram imenso a sua sonoridade, sendo uma referência para o 1º registo dos NIN – “Pretty Hate Machine” – e até mesmo para “The Land of Rape and Honey” dos Ministry.
Em 91 é lançado “Play Kurt Weill”, já com Al Comet no lugar de Pizzi. O disco é praticamente uma homenagem ao músico Kurt Weill, com temas do mesmo. Em 92 lançam um dos álbuns mais bem sucedidos do grupo – “T.V. Sky”. Dele foi retirado os singles “Gasoline Man” e “Skinflowers”. A banda consegue chegar a um nível alto de popularidade, obtendo o contracto com uma nova editora - Interscope Records. Apresentam em 95 “Only Heaven”, que alem da sua sonoridade rock industrial, misturam vertentes musicais mais electrónicas e ambientais. “Kissing the Sun” foi o single de apresentação. No ano seguinte editam “Heaven Deconstruction”, um registo praticamente a invocar mais para a música ambiente. Hiestand resolve deixar a banda, entrando Bernard Trontin.
No ano 2000, lançam “Second Nature” e em 2004 “Music for Artificial Clouds”, dentro do experimentalismo da música ambiente. Em 2005 editam a sua 1ª compilação – XXY – com o pretexto da comemoração dos 25 anos da banda. Nessa colectânea está o single inédito “Secrets”, que iria depois estar no álbum “Super Ready/fragmenté” de 2007. Foi agora editado no inicio de Novembro, o sétimo registo - “Everybody Knows” – e que regressam ao nosso país para o apresentar, já no inicio do próximo ano para 3 concertos.
Os TYG tiveram imenso impacto na minha adolescência, sendo uma das minhas bandas de eleição. Também foi daquelas que mais devo ter visto ao vivo e espero continuar a ir, porque acho que é um grupo que merece!

Recordo um dos meus temas favoritos - "L'Amourir" – do grandioso “L'Eau Rouge”.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Train of Throught

Produzido no instituto de artes em Bournemouth, Inglaterra, entre 2008 e 2009, a curta-metragem “Train of Throught” foi elaborada em papel por Leo Bridle e Ben Thomas. Todo o trabalho demorou 9 meses a ficar concluído, desde do roteiro até à edição final. Embora tenha sido utilizado um software de composição digital na curta, todos os modelos da animação foram manobrados à mão. A música é da autoria dos Portico Quartet.

Um mundo inteiramente feito de papel, é trazido à vida uma viagem de comboio.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Piresian Beach “Wasting Away”


Oriundos da Hungria, os Piresian Beach e mostram uma sonoridade dentro do lo-fi, o ambiente e algum noise. Além do EP – “Parttalan” – que a banda editou recentemente, também antes tinham vindo apresentar alguns singles, que estão aqui disponíveis para download.

Para ver e ouvir “Wasting Away”.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Light Asylum “Dark Allies”/ “Knights and Weekends”

Light Asylum é mais um excelente projecto proveniente de Brooklyn. A dupla constituída por Shannon Funchess e por Bruno Coviello, apresentam uma sonoridade que vai desde o electro punk ao post-punk. Lançaram recentemente o EP – In Tension – que o designei como magnífico e intenso. Quatro temas que sabem a pouco, mas que nos preparam um bom prenuncio.

Para escutar “Dark Allies” e de seguida “Knights and Weekends".



“Knights and Weekends”

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Stephen Kent “Family Tree”

Numa fase em que andava a explorar uma sonoridade dentro do world music/etnica, passou pelas minhas mãos - “Family Tree” – do australiano Stephen Kent. O músico é um dos pioneiros inovadores da utilização do Didjeridu, na música contemporânea, tendo colaborado com inúmeros músicos de renome mundial, incluindo Airto Moreira (Brasil), Zakir Hussain (Índia), Habib Koite (Mali), Omar Sosa (Cuba), Leonard Eto (Japão), Choi Jong Sil (Coreia), Steve Roach (EUA), e entre outros.
Family Tree” é basicamente uma colectânea de comemoração dos quinze anos de carreirade Kent. O duplo álbum contem no 1º CD, faixas dos seus trabalhos a solo e do grupo – Trance Mission – que é um dos fundadores. O conteúdo do 2º CD, são três novos temas que o músico refere ser o ambiente adequado para uma massagem à mente.
Energizer” e “Yekke”, inicia a viagem pela cultura aborígene num cenário mais tribal, enquanto “Head Light” dos Trance Mission, entra numa atmosfera mais calma, contendo variados instrumentos. Segue-se “Jungnawangra”, um excelente solo de Didjeridu e “Hole in the Road” que conta com a participação da cantora Eda Maxym. “Red Rock” é outro magnífico tema, incluído no projecto Beasts of Paradise, pela maravilhosa voz de Barbara Imhoff e que faz lembrar a sonoridade dos Dead Can Dance.
Family Tree” demorou apenas dois dias a produzir e aproveitou depois o título do disco para dar nome a sua própria editora.
É um registo que faz bem ouvir, sem qualquer dúvida!

Stephen Kent “Family Tree” (City of Tribes_1997)

Para ouvir “Yekke”.