sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Um Bom Ano 2012

A praticamente um dia de deixarmos 2011, queria desde já, desejar a todos um óptimo 2012, mesmo sabendo que os próximos tempos vão ser bem agrestes.


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Xeno & Oaklander “The Staircase”

“Set and Light” é o nome do terceiro registo da dupla norte-americana Xeno & Oaklander, disponível desde o mês de Outubro pela Wierd Records.
Oriundos da cidade de Brooklyn, Sean McBride (Xeno) e Miss Liz Wendelbo (Oaklander), exibem uma sonoridade entre o darkwave e o post-punk filtrado com o synth minimalista. “Set and Light” é um disco que está determinado a não decepcionar, conseguindo mesmo superar os discos anteriores.

Vídeo dirigido por Taryn Waldman, “The Staircase” é o último single a ser retirado de “Set and Light”.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

As Extraordinárias Aventuras de Dog Mendoça e PizzaBoy II: Apocalipse

Apresentado na 22ª edição da Amadora BD, as extraordinárias aventuras de Dog Mendoça e PizzaBoy II, está de regresso, depois do enorme sucesso do primeiro volume. A banda desenhada escrita por Filipe Melo (I’ll See You in My Dreams e Um Mundo Catita, e desenhada pelo argentino Juan Cavia (director de arte e cenógrafo premiado com um Óscar da Academia), venceu com o primeiro volume lançado em 2010, o prémio de Melhor Argumento do Festival de BD da Amadora.
O livro ainda conta com prefácio do realizador George A. Romero (Night of the Living Death, Dawn of the Death). “Para além das piadas, muitas delas capazes de provocar gargalhadas, há inteligência e perspicácia em cada página.” – George A. Romero.

A história passa-se com o pano de fundo da 2ª Guerra Mundial, em que Lisboa se torna o centro de refúgio das minorias perseguidas e alvo da espionagem internacional. O regime Nazi aposta cada vez mais no mundo do sobrenatural, com o objectivo de potencializar o seu exército.
Heinrich Himmler, dirigente das SS, desenvolveu um grande interesse pelo oculto e pelo sobrenatural, iniciando uma persistente procura de manifestação desta natureza por todo o Mundo. Josef Mengele, médico Nazi conhecido como “Anjo da Morte”, conduziu as mais horríveis experiencia em seres humanos, com vista a criar o soldado perfeito e invencível.
Derivado a este cenário, centenas de monstros de todo o mundo fogem para Portugal na tentativa de ter uma vida pacífica, escondidos entre os humanos. Em contrapartida, o exército Nazi não desiste, e efectua durante décadas inúmeras tentativas de busca de todos os elementos necessários para a constituição do mais poderoso Reich de sempre.
Desta vez, o destino do Mundo é decidido em Lisboa por Eurico “Pizzaboy” Catatau, João Vicente “Dog” Mendonça, e Pazuul Nhgwaiatuu que fazem frente aos monstros mais assustadores e horríveis de sempre!


Fica aqui também o trailer do livro.



As Extraordinárias Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy II – Apocalipse
de Filipe Melo e Juan Cavia
Tinta da China
1.ª edição: Outubro de 2011
n.º de páginas: 112
tipo de capa: Brochada
formato: 16.5×24 cm
PVP: 16,90€

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

[A Velha JukeBox] Cabaret Voltaire: I Want You



Cabaret Voltaire: I Want You (The Covenant, The Sword, and the Arm of the Lord _1985)


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Nina Simone “Sings the Blues”

O talento, mas principalmente a sua voz singular, faz de Nina Simone uma das figuras incontornáveis do jazz e do blues, produzindo boa música e lançando álbuns extraordinários, incluindo este, “Sings the Blues”.
Como o nome indica, este registo é envolvido pelo blues, apesar de não ter sido por esse estilo que ficou conhecida, mas que mesmo assim o explorou de forma genial.
Este disco foi o primeiro gravado pela RCA, após de ter-se desvinculado da Philips. “Sings the Blues” é um álbum com letras de protesto e de mágoa, onde o blues encaixa na perfeição.
O disco abre com a sensual e a nocturna "Do I Move You", seguindo o blues estridente de “Buck”, escrito pelo seu marido Andy Stroud. "My Man's Gone Now" segue pelo um caminho mais sentimental, enquanto a fantástica "Backlash Blues", uma música de protesto pelos direitos civis aos negros, com letra do poeta e seu amigo, Langston Hughes. Falta ainda destacar as descontraídas "I Want a Little Sugar in My Bowl", "Since I Fell for You" e "Blues for Mama", que são absolutamente fantásticas.
A assombrosa “In the Dark” acompanhada pelo sensual piano de Nina Simone e “Real Real”, profetiza e espiritual, com momentos do gospel. Por fim, "The House of the Rising Sun", uma versão forte e veloz de um clássico de Alan Price.
Para os apaixonados do blues, “Sings the Blues” é um disco indispensável e inteiramente recomendável.

Nina Simone “Sings the Blues” (BMG_1967)

Para ver e ouvir o single "Do I Move You", aqui numa versão ao vivo em Hamburg, Alemanha, no ano de 1986.



E ainda para ouvir "Backlash Blues"

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

The Little Matchgirl (Pequena Vendedora de Fósforos)

Um Feliz Natal!!

O dinamarquês Hans Christian Andersen, para além de ficar internacionalmente famoso pelos seus contos infantis, também tinha a particularidade de as suas histórias conterem finais bem deprimentes, e esta história original de 1846, The Little Matchgirl (pequena vendedora de fósforos), não foge à regra. Devido ao tema, lembrei-me desta animação realizada em 2006 por Roger Allers (Rei Leão), e com a música depressiva dos Sigur Rós, para lembrar os tempos difíceis que ocorrem, e que infelizmente, este natal vai ser de certeza bastante sombrio para muitas famílias.

“Uma menina sai de casa na noite da véspera de Natal para vender fósforos. Ela precisava vendê-los por que sua família é pobre e seu pai iria bater nela se ela voltasse para casa sem dinheiro. Enquanto perambula pelas ruas, sozinha, ela imagina que crianças estejam desembrulhando presentes e comendo perus assados por trás das paredes das casas. Mas o frio vai ficando mais forte noite a dentro.”

Agora sim, quero-vos desejar a todos um profundo feliz Natal.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

MOTOR feat. Martin L. Gore “Man Made Machine”

A dupla pioneira norte-americana de música electrónica - Bryan Black e Oly Grasset – que formaram o projecto MOTOR, estão prestes a lançar o seu quarto álbum, que ao que parece, terá um alinhamento musical um pouco diferente dos anteriores, direccionados à música techno.
Disponibilizado desde o dia 16 deste mês, “Man Made Machine” é o primeiro single, e conta com a participação de Martin L. Gore (Depeche Mode), que emprestou a voz. Esse single já está disponível em EP, contando com mais 5 versões.
Consta ainda, que o novo álbum contará ainda com as participações de outros músicos, como Gary Numan, Douglas Mccarthy (Nitzer Ebb), e entre outros.

Eis então o vídeo.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

[06] The World of Stainboy “Stainboy’s Day Off (Childhood)”



The World of Stainboy “Stainboy’s Day Off (Childhood)”

(O último desta série)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Ian McCulloch com novo álbum a solo

O vocalista e fundador dos Echo & The Bunnymen - Ian McCulloch - está de regresso aos discos, mas num registo a solo. Tudo indica que o músico ainda está a preparar o seu quarto álbum, previsto a ser lançado para Março do próximo ano. Está prometido para breve, mais detalhes sobre o novo disco e ainda de um ao vivo, mas que ainda não se sabe a certo, como vai ser editado.
McCulloch tem no seu reportório a solo, três álbuns – “Candleland” (1989), “Mysterio” (1992) e “Slideling” (2003) – lançando nove anos depois, o seu quarto trabalho.

Recordo o single e o vídeo produzido por Anton Corbijn, “Lover Lover Lover” do álbum “Mysterio”, música original de Leonard Cohen.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Os Melhores 2011

Chegou então o momento de fazer um levantamento dos melhores discos e livros de banda desenhada, lançados durante este ano.
A verdade é que não foi nada fácil para mim escolher os dez melhores álbuns internacionais, já que foi um ano bastante competitivo em relação à elevada qualidade. Tal como o ano passado, foi mais uma vez impossível referir todos os discos que me aliciaram durante 2011 e que infelizmente, tiveram que ficar de fora da minha lista de reviews, que mesmo assim, posso aqui destacar alguns - R.E.M. “Collapse into Now”, Jane's Addiction “The Great Escape Artist”, Peter Murphy “Ninth”, Sidi Touré “Sahel Folk”, Lucinda Williams “Blessed”, Lykke Li “Wounded Rhymes”, Adventure “Lesser Know”, Lamb "5", Singapore Sling “Never Forever”... Enquanto aos álbuns nacionais, apenas cinco conseguiram me aliciar.
Dentro da banda desenhada, refiro apenas aqueles que consegui ler e que gostei especialmente.
Como nos anos anteriores, fica aqui a minha lista de preferência, de formato aleatório. Podem sempre opinar.

*10 Álbuns Internacionais

Ulterior "Wild in Wildlife"
Tom Waits “Bad as Me”
Zola Jesus “Conatus”
Hauschka "Salon des Amateurs"
The Horrors “Skying”
Kate Bush “50 Words for Snow”
The Kills "Blood Pressures"
DeVotchKa "100 Lovers"
Anna Calvi "Anna Calvi"
PJ Harvey “Let England Shake”

*5 Álbuns Nacionais

Dead Combo “Lisboa Mulata”
Horselaughter "I Was Ghost, Then"
Kubik “Psicotic Jazz Hall”
Sean Riley and the Slowriders “It’s been a Long Night”
Norberto Lobo "Fala Mansa"

*5 Álbuns de Banda-Desenhada

“As Extraordinárias Aventuras de Dog Mendoça e PizzaBoy II: Apocalipse”, de Filipe Melo e Juan Cavia
“Júlia & Roem”, de Enki Bilal
“É de Noite Que Faço as Perguntas”, de David Soares
“Agentes do C.A.O.S.: Nova O.R.D.E.M.”, de Fernando Dordio Campos
“A Ermida”, de Rui Lacas

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

One Man Band

Nesta altura do ano, lembrei-me desta agradável e animada curta da Pixar de 2005, escrita e dirigida pelos norte-americanos Andrew Jimenez e Mark Andrews. Adicionado ao filme de animação “Cars”, One Man Band ainda foi nomeado ao Óscar de Melhor Curta de Animação, perdendo para The Moon and the Son: An Imagined Conversation, de John Canemaker.
A curta não contem diálogos, sendo acompanha apenas por música da autoria de Michael Giacchino, o mesmo que compôs para outros filmes da Pixar - The Incredibles, Ratatouille, Up e Cars 2.
Tudo acontece numa pequena vila, onde dois animadores de rua entram numa disputa, no intuito de conquistar uma moeda a uma criança.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Singapore Sling “The Nothing Inside”

A banda islandesa que ainda o ano passado lançou o incógnito “Singapore Sling Must Be Destroyed”, regressaram este ano com o seu 6º registo “Never Forever”, que a meu ver está muito bom.
Umas das bandas que já aqui referi algumas vezes, os Singapore Sling formaram-se no ano 2000 por Henrik Björnsson (guitarrista e vocalista), e seguem um alinhamento de influências dentro do shoegazer, rock-garage, noise e o psicadélico. Para além deste último, “Never Forever”, lançaram outros três excelentes álbuns que recomendo, “The Curse of Singapore Sling” (2002), “Life Is Killing My Rock 'N' Roll” (2004) e “Taste the Blood of Singapore Sling” (2005).

Fica aqui o vídeo "Never Forever", que também dá nome ao álbum, e por fim, para audição “The Nothing Inside”.



"The Nothing Inside".

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Ermida, de Rui Lacas

Já está finalmente disponível desde o fim de Setembro, o novo livro de banda desenhada de Rui Lacas,Ermida” lançado pelas edições Polvo.

CIOSO para que a mais importante missa anual na Ermida dedicada ao culto de Nossa Senhora da Conceição decorra da melhor forma possível, o padre Fortunato conseguiu obter junto de Sua Majestade, com os bons ofícios da Guarda Real (de quem a Virgem é padroeira), o empréstimo de umas famosas e valiosas jóias para, de algum modo, abrilhantarem a celebração.
Tudo corria normalmente até ao desaparecimento das ditas do cofre onde o padre as tinha solenemente guardado, encerradas à chave.
E não havia qualquer vestígio de arrombamento. Passado o pânico inicial e chamada a Guarda, que inspecciona minuciosamente o local, nada se encontra.
Mistério.
Ao padre Fortunato são concedidos dois dias para descobrir o seu paradeiro e devolver as jóias à procedência.
É então que…



Sobre o Autor:

Rui Lacas (1974, Lisboa).
Começou a fazer Banda Desenhada, em 1989, em publicações como “Banda” (onde se estreou), “Shock”, “Comic Cala-te” (que co-editou), “Café no Park”, “Bd & Roll”, “Azul BD Três”, “Boom”, “Mesinha de Cabeceira”, “Vertigens”, entre outras.
Depois, colaborou nas revistas “Selecções BD” e “Rua Sésamo”.
Sob argumento de Jorge Magalhães, desenhou Maldita Cocaína (1994), baseada na peça homónima de Filipe La Féria. Em colaboração com o argumentista Pedro Baptista-Bastos desenhou A Cauda do Tigre (1998).
E, pela primeira vez como autor completo em livro, realizou A Filha do Caranguejo (segundo autor, o seu livro preferido, 2001), Que é feito do meu Natal (2002), Obrigado Patrão (com edição originalmente em francês e edição portuguesa em 2008) e Asteroid Fighters (2009).
A Ermida (2011) é o seu mais recente projecto dado à estampa.


A Ermida
de Rui Lacas
Edições Polvo
21 x 14,8 cm; capa em bicromia;
56 pág. impressas a 2 cores;
PVP: 7,90 Euros
Encomenda: geral@olobomau.com

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Sivert Høyem “Under Administration”

O norueguês Sivert Høyem (ex-Madrugada), regressou este ano com o seu 4º registo a solo, de nome “Long Slow Distance”, e que faz um dos meus discos favoritos editados durante este ano. Após ter lançado em 2010 o discreto “Moon Landing”, Høyem aposta neste disco numa sonoridade mais intensa, direccionada a novas influencias, como o black metal, o industrial, o krautrock e o pop francês. “This album is probably more representative of me as a person than anything I’ve ever done before.” - afirmou Høyem.
Produzido na Noruega e num conceito mais experimental daquilo que o músico já tinha lançado, “Long Slow Distance” é um bom disco, com belíssimos temas.

“Under Administration” é o primeiro avanço de “Long Slow Distance”, e eis o vídeo.



“Trouble”

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Kate Bush “50 Words for Snow”

Fomos deparados este ano com excelentes discos, que pouco deu para mencionar todos, mas que mesmo assim, ainda foi possível e aqui destacar o novo álbum de Kate Bush. E porquê? Porque mesmo simpatizando com a sua musica, achei que “50 Words for Snow” é um registo simplesmente extraordinário. Um álbum curioso, inundado de emoções, adulto, mágico e profundo, onde a voz inimitável de Bush continua irrepreensível.
O último disco lançado em 2005 – Aerial – não desiludiu, mas que depressa foi ignorado. “50 Words for Snow” é na minha opinião, o álbum mais inteligente de toda a carreira de Bush, transmitindo imenso alento e beleza às suas músicas. O Inverno, a queda de neve, espíritos e as emoções, inspiraram a cantora e compositora inglesa, para chegar a um território mais sentimental e harmonioso.
Canções longas mas que digerem-se muito bem, como podemos deparar logo com o tema de abertura, “Snowflakes”, acompanhada apenas pelo piano, fala-nos do amor de Mãe para com o seu filho, que nos faz levar por uma intensa viagem emocional. As duas músicas seguintes – “Lake Tahoe” e “Misty” – aderem também ao cenário austero do piano, num melodrama emocional melancólico. Já estamos acostumados que a voz etérea de Bush e o piano, a misturam-se e a fluírem de forma instintiva, causando uma atmosfera perfeita. O pop mais surrealista e estranho de “Wild Man”, com uma voz de fundo mágica, onde fala Yeti (Homem Abominável das Neves), criatura originaria das Himalaias. “Snowed in at Wheeler Street” conta com a participação do Sir. Elton John, cantor que Kate Bush sempre admirou. Treze minutos de profundo sentimento.
“50 Words for Snow” conta com a colaboração do actor Stephen Fry, que vai ditando uma lista de 50 palavras para a neve, enquanto Bush vai cantando. Por fim, “Among Angels”, tema estranhamente emocional e exemplar para terminar um álbum, que é um clássico, e provavelmente, o melhor da sua carreira.

Tracklist:

01 Snowflakes
02 Lake Tahoe
03 Misty
04 Wild Man
05 Snowed in at Wheeler Street
06 50 Words for Snow
07 Among Angels

Kate Bush “50 Words for Snow” (Fish People) – 9,5/10

Segue-se “Wild Man”.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

My Favourite Things, de Edward Styles

Descubram as vossas coisas favoritas…

Curta-metragem de 2009, dirigida por Edward Styles e produzida por Lucy Owens, My Favourite Things é emocionalmente persuasivo, que retracta o momento caridoso entre duas crianças

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Rubicks “Workship”

Mais um projecto interessante proveniente de Londres e que lançou em Agosto o segundo álbum, “The Rise Of The Giddy” pela Sharp Attack Records.
O álbum de estreia “In Miniature” (2006) e o EP “Idiot Time” (2009), foram fulcrais para que a banda conquistasse vastos elogios do público e crítica. Empenhados em recriar os anos 80, com uma forte dependência dos sintetizadores, os Rubicks adoptam o new wave com imensa mestria. Podemos descobrir algumas semelhanças a bandas como os Blondie, os Goldfrapp e até mesmo da Marianne Faithful.

O vídeo “Workship” foi dirigido pela dupla Mustard & Glitter, e é o primeiro avanço de “The Rise Of The Giddy”.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Novas Curtas da Les Gobelins

A França tem uma longa experiência na prática do cinema de animação. Hoje, é o terceiro produtor mundial e líder europeu. Há mais de trinta anos, que a escola de imagem Les Gobelins, se transformou numa parceira singular desses criadores e empresas de animação, com uma importante formação preparando para o trabalho de criação, direcção e produção de filmes. A escola foi criada pela Câmara de Comércio e Indústria de Paris em 1975, por Pierre Ayma.
Durante este ano Les Gobelins, disponibilizou no YouTube um conjunto de curtas produzidas pelos seus alunos.

Eleanor” de Chloé Bury e “Vésuves” de Kevin Manach, são duas das curtas disponíveis que mais simpatizei, e é com elas que vos deixo.

“Vésuves”



“Eleanor”


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

[A Velha JukeBox] Section 25: Looking from a Hilltop


Section 25: Looking from a Hilltop (From the Hip _1984)


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Adam and the Ants “Ant Music”

Banda formada em 1977, na zona de Londres, Inglaterra, por Stuart Leslie Goddard, Lester Square, Andy Warren e Paul Flannagan, que depois viriam a deixar a banda logo no ano seguinte, para formar os The Monochrome Set.
Mas antes, Stuart Leslie Goddard (Adam Ant), tinha formado os Bazooka Joe e mais tarde, os B-Sides. Conhecendo inúmeras figuras do punk londrino, especialmente a actriz e modelo Jordan (Pamela Rooke), que trabalhava na Sex-Shop de Malcom McLaren e de Vivienne Westwood (estilista responsável por vestir os Sex Pistols). Jordan consegue que McLaren aceite ser empresário então dos Adam and the Ants, fazendo o seu primeiro concerto ainda em 77. Depois da saída em 78 do conjunto inicial, entra Dave Barbarossa, Matthew Ashman e Leigh Gorman, que também viriam a deixar a banda no inicio de 80, para dedicarem-se ao novo projecto Bow Wow Wow (liderado por Annabella Lwin), sugestão de Malcom McLaren.
Gravam
então o primeiro single "Plastic Surgery", tema que serviu para o filme de culto “Jubilee” de Derek Jarman, e que Goddard também fazia parte do elenco.
Após gravarem alguns temas na rádio de John Peel, iniciam uma serie de concertos como banda se suporte dos Siouxsie and the Banshees, ao qual a crítica não gostou. Inserem uma nova sonoridade ao punk, com um ritmo Burundi, que necessitavam de duas baterias e ainda incluindo a imagem de vestes de piratas e de índios, que ficou classificado por Ant Music.
Lançam em 78 o single “Young Parisians”, não conseguindo alcançar grande sucesso.
Em 79 apostam no álbum de estreia “Dirk Wears White Sox”, com uma sonoridade entre o post-punk e o glam-rock, conseguindo com este disco algum reconhecimento, graças a Malcom McLaren. "Zerox" foi o single que mais sucesso teve com este álbum.
Em 80 os Adam and the Ants regressam com uma nova formação, Marco Pirroni (Rema Rema, Spear of Destiny, Siouxsie and the Banshees), Kevin Mooney e Merrick, lançando o fantástico Kings of the Wild Frontier, conseguindo com este alcançar um enorme sucesso comercial, chegando mesmo a estar em 1º lugar nas tabelas do Reino Unido. "Dog Eat Dog", “Antmusic” e "Kings of the Wild Frontier", foram os principais singles. Lançados com o êxito obtido de Kings of the Wild Frontier, editam em Novembro de 81, Prince Charming, conquistando novamente o carinho do carinho e público. Os singles “Stand and Deliver” e “Prince Charming”, mantiveram-se nesse ano em 1º lugar nas tabelas inglesas. Em 82 foram nomeados para Grammy Award, como melhor banda e nesse mesmo ano, por falta de entusiasmo de Adam Ant, propõe o fim, lançando-se por um caminho a solo. Ant lançou cinco álbuns, alcançando com alguns deles algum sucesso, mas “Wonderful” (95), foi o seu último registo devido de sofrer de perturbação Bipolar. O músico prepara-se para lançar em 2012 um novo álbum - “Adam Ant Is The Blueblack Hussar in Marrying The Gunner's Daughter”- quase 17 anos depois.

Recordo o excelente single e vídeo “Antmusic” de Kings of the Wild Frontier.