Foi o primeiro filme interpretado por Stan Laurel e Oliver Hardy, não produzido pela Hal Roach, dirigido por A. Edward Sutherland para o produtor independente Boris Morros. The Flying Deuces (Flying Aces), baseado numa curta-metragem de 1931, Beau Hunks, alcançou um enorme sucesso, motivando a dupla a ingressar na 20th Century Fox, no ano seguinte. Consta também, que Laurel e o realizador Sutherland, tiveram certas divergências durante as filmagens, causando um ambiente denso entre os dois.
Sinopse:
Em Paris, Stanley planeia regressar ao seu trabalho no Mercado de Des Moines, ao contrario do seu amigo, Ollie, que confessa que está apaixonado por Georgette, descobrindo depois que é casada com o oficial François. Stanley tenta consolar Ollie, mas este sente-se completamente deseperado e tenta suicidar-se. Depois de uma tentativa falhada, o oficial François ao reparar no acto, sugere que ambos se recrutem na Legião Estrangeira, para que esqueçam os seus problemas.
Os nova-iorquinos, A Place to Bury Strangers, lançaram em fevereiro deste ano, o EP “Onwards To The Wall” pela Dead Oceans. O EP é uma pequena amostra do sucessor de” Exploding Head” (2009), que ao que tudo indica, será ainda lançado este ano. A banda de Oliver Ackermann, que brinda influências do shoegaze, noise-rock e o post-punk, contabiliza dois álbuns, ambos bastante elogiados.
Num ambiente quase industrial, fica o vídeo “So Far Way”, produzido pelo vocalista/guitarrista e fundador da banda, Oliver Ackermann.
Foi revelado mais um single dos norte-americanos Light Asylum, cujo álbum de estreia está previsto para o dia 1 de Maio, através da Mexican Summer. O novo single tem o nome de “IPC”, e está disponível para download gratuito, aqui.
Fica então para audição mais um magnífico single – “IPC” - desta dupla - Shannon Funchess e Bruno Coviello.
Ainda recentemente, correspondente ao seu 30º aniversário, “Searching for the Young Soul Rebels” foi reeditado, incluindo um CD bónus com B-Sides, remisturas e secções de rádio. Este disco de estreia dosDexys Midnight Runners é um clássico, repleto de grandes temas, merecendo a atenção de qualquer indivíduo. Não foi um disco muito acessível no período que saiu, quando a sonoridade faz uma retrospectiva entre o punk e o soul, mas depois tornou-se num dos registos mais valorizados na Inglaterra. Kevin Rowland tinha intenção de elaborar algo novo daquilo que se ouvia nessa altura (punk), fugindo um pouco dessa moda presenteando uma nova sonoridade, inserindo o soul como novo ingrediente. Músicas emblemáticas como “Geno” ou “Seven Days Too Long”, é a prova de um trabalho cheio de inspiração e muito bem conseguido. Rowland quis sobretudo dar mais alma ao punk, mas também não esquecendo de toda essa atitude que o punk transmitia. Muita dessa postura estava nas letras, como podemos encontrar em “There There My Dear”, numa reivindicação política. Mas o soul também consegue predominar na fantástica canção “I'm Just Looking” ou até mesmo em “I Couldn't Help It If I Tried”. Enfim, foi uma banda que fez parte da minha adolescência, e este álbum teve em parte imensa responsabilidade - “Searching for the Young Soul Rebels” - é um documento obrigatório e poético - Love Part 1 (Poem).
Dexys Midnight Runners “Searching for the Young Soul Rebels” (EMI_1980)
Como aqui já recordei “Geno”, fica o vídeo “There There My Dear”.
Curta suíça que ainda encontra-se em competição no Festival de Animação de Lisboa, Monstra 2012, “Laterarius” (Кирпичный), foi dirigido e produzido por Marina Rosset, em 2010. Uma belíssima animação em 2D, de um traço simples, mas que a autora consegue muito bem expor o lado sensível.
Um homem conhece uma mulher. Tudo está bem, tão bem que na manhã seguinte ele decide partir e construir uma casa para ela. E ela segue-o.
Os londrinos, Labyrinth Ear, lançaram no dia 7 de fevereiro, o novo EP “Apparitions”, mostrando um synthpop bem envolvente. Após a apresentação do single e vídeo “Humgle Bones”, a dupla - Emily Jacobs e Tom Evans – voltam a assinalar “Apparitions”, com mais um brilhante single, desta vez com “Amber”.
Terceiro filme criado pela Universal Pictures e Illumination Entertainment (Gru – O Maldisposto, Hop),Lorax estreia amanhã nos nossos cinemas. A animação que tem sido um enorme sucesso nos cinemas americanos, foi baseada no livro infantil do norte-americano Dr. Seuss, foi realizada por Chris Renaud e Kyle Balda, com o argumento de Ken Daurio. Enquanto à voz dos personagens ficou a cargo de Danny DeVito (The Lorax), Ed Helms (Once-ler), Zac Efron (Ted), Taylor Swift (Audrey), Rob Riggle e Betty White.
“Dos criadores de “Gru – O Maldisposto” e da imaginação de Dr. Seuss, chega-nos Lorax, em 3D, uma adaptação do clássico conto de uma criatura de uma floresta, que partilha o contínuo poder da esperança. A aventura de animação segue a viagem do rapaz de 12 anos que procura apenas o que o fará ganhar o afeto da rapariga dos seus sonhos. Para o encontrar, terá de descobrir a história do Lorax, a irritante mas charmosa criatura que luta para proteger o seu mundo.”
Um ano após do elogiado EP “The Grid”, os nova-iorquinos Pop. 1280, marcam posição este ano com um magnífico álbum, lançado pela Sacred Bones. “The Horror”, marca a estreia no formato de longa-duração e, entre o punk e o noise, a banda de Chris Bug, revela-se de forma perversa e inteligente, fustigando os sentidos do ouvinte sem piedade. Herdeiros de uns The Birthday Party, Pussy Galore ou de uns The Jesus Lizards, os Pop. 1280, também exploraram o psicadélico e o synth, formula que podemos encontrar em bandas como os Cabaret Voltaire, Chrome ou nos Sonic Youth. Basicamente, toda esta miscelânea, faz com que a banda norte-americana tente administrar à sua sonoridade, algo divergente, nunca descartando o domínio do rock mais denso, ou da exibição dos instintos mais animalescos. O tema de abertura, “Burn the Worm”, um ribombar quase primitivo, com as guitarras e a bateria com uma fúria descomunal. “New Electronix”, um excelente single, pujante. A militar “Nature Boy”, a insensível “Bodies in the Dunes”, a aura quase psicadélica de “Beg Like a Human” e de “Dogboy”, a rajada anárquica de “West World”, e por fim, a retro futurista “Crime Time”. Um óptimo álbum, mas agora tirem as vossas conclusões!
Tracklist:
01. Burn the Worm 02. New Electronix 03. Nature Boy 04. Bodies in the Dunes 05. Cyclotron 06. Beg Like a Human 07. Dogboy 08. West World 09. Hang ‘Em High 10. Crime Time
“How many things we held yesterday as articles of faith, which today we tell as fables…” Michel De Montaigne
Curta protagonizada por Rebecca Calder e Max Wrottesley, e dirigido por Rob Chiu, o mesmo autor de outras excelentes curtas como “Fear of Love” e “The Rebirth of Sky”, “The Division of Gravity” é o seu último trabalho, que é belíssimo. Dou-vos agora essa oportunidade de o apreciar.
“I know well what I am fleeing from but not what I am in search of” Michel De Montaigne
A banda de Paulo Furtado, Raquel Ralha e Selma Uamusse, irão apresentar este sábado na discoteca Lux, em Lisboa, “L’Art Brut”, disco lançado no passado dia 12. Após cinco anos do último álbum - Shangri-la – muito elogiado pela imprensa nacional, o novo registo “retoma ao caminho dos anteriores discos dos Wraygunn: a constante renovação do legado do Rock’n’Roll através da exploração da sua relação com a mais profunda música negra norte-americana”. Para além do espectáculo ao vivo em Lisboa, está agendado mais 3 datas – no dia 22, em Coimbra (TAGV), 23 em Tondela (ACERT), e no dia seguinte, Porto (Hard Club).
“Don’t You Wanna Dance” é o primeiro single e vídeo, de “L’Art Brut”, realizado por Paulo Furtado, com direcção de fotografia de Jorge Quintela e cenografia de Ricardo Preto.
Inicia já na próxima segunda-feira, dia 19, até dia 25, o Festival de Animação de Lisboa - Monstra 2012, que este ano apresenta uma retrospectiva abrangente do cinema de animação alemão.
Eis abaixo o texto de Ricardo Nabais do Jornal Sol.
A Alemanha é o país convidado da Monstra – Festival de Cinema de Animação de Lisboa, que decorre entre 19 e 25 de Março em vários espaços da capital. Nomes consagrados da produção germânica como Lotte Reiniger, Bruno Böttge ou Raimund Krumme terão retrospectivas nas salas de cinema ‘reservadas’ para o festival (com a ‘base’ localizada no cinema São Jorge, na Avenida da Liberdade). O programa, apresentado hoje no cinema São Jorge pelo director do festival, Fernando Galrito, compreende mais de 100 filmes alemães, repartidos entre vários temas, que percorrem as vanguardas dos anos 20 – que incluem filmes que mesclam coreografias e música, com portas de garagem, mãos, peças de xadrez e até uma versão de ‘Pedro e o lobo’ com marionetas – até às produções mais recentes, algumas já datadas de 2012. Além desta possibilidade de olhar para a Alemanha sem ser sob o ponto de vista de sanções por défices orçamentais, outro país homenageado com uma retrospectiva é o Japão, país de grande tradição e de que se destacam duas produções presentes no programa deste ano, Ghost in the Shell de Mamoru Oshii e Winter Days, uma homenagem ao malogrado Kihachiro Kawamoto. Some-se a estas retrospectivas os habituais filmes em competição. Como este é um ano par, seguindo a tradição da Monstra, a concurso vão estar curtas-metragens (as longas são para os anos ímpares) nacionais e internacionais, além de um outro conjunto em prova, as curtíssimas. Como é também habitual, a Monstra consagra parte da sua programação aos mais novos (a Monstrinha) e desenvolve programas paralelos de intercâmbio entre a animação e outras artes e ainda há que não esquecer a formação, com masterclasses de especialistas da área. Este ano, o realce desta parte do programa vai para a presença de Ron Diamond, membro da Academia de Hollywood que avalia o cinema de animação que passa pelos óscares. Em Lisboa, Diamond vai dinamizar a masterclass ‘Tudo o que quis saber para concorrer ao Óscar, mas nunca perguntou’. E há que não esquecer a projecção de um clássico, Bambi, que comemora o seu 70º aniversário em 2012. O filme vai ser exibido no Tróia Resort e os espectadores terão transporte gratuito para o local a partir de Lisboa. Outra novidade este ano é a parceria da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), que se junta aos principais parceiros de sempre do festival, a EGEAC e a Câmara Municipal de Lisboa. Pela primeira vez, a Monstra atribui o prémio SPA/Vasco Granja ao melhor filme de animação português de 2011, com o valor de cinco mil euros.
Fica aqui um pequeno trailer da curta alemã “Ast Mit Last”, de Falk Schuster, uma das curtas inseridas no festival.
Os norte-americanos Jon Spencer Blues Explosion estão de regresso ao nosso país, para dois concertos, o primeiro a realizar-se já amanhã no Hard Club (Porto), e no dia seguinte, na sala TMN ao Vivo (Lisboa). Após as cinzas dos delirantes Pussy Galore, Jon Spencer cria um novo projecto no início dos anos 90, destacando-se na sua sonoridade, também o punk e o blues, lançando o último álbum de originais – Damage – em 2004. Após isso, Spencer une-se a Matt Verta-Ray e forma os Heavy Trash, projecto que se tem dedicado nestes últimos tempos, surgindo já três discos. Em 2010, Jon Spencer Blues Explosion, lançam a colectânea “Dirty Shirt Rock 'n' Roll: The First Ten Years”, e reeditam totalmente a sua discografia. Regressam também nesse ano aos palcos. O preço dos bilhetes é de 18€ no Porto, e 22€ em Lisboa. A não perder!
Para ver e ouvir nestes dias “Bellbottoms”, do álbum “Orange” de 1994.
Oito anos após “Bubblegum” (2004), o músico norte-americano Mark Lanegan, está de regresso aos seus discos a solo, com “Blues Funeral”, uma das minhas grandes apostas para este ano. Uma das vozes intemporais do grunge, ligada na altura aos Screaming Trees, Lanegan, para além de uma discografia a solo sólida, tem-se dedicado nestes últimos tempos a outros projectos, relativamente a parcerias com Isobel Campbell, Greg Dulli ou com Josh Homme, nos Queens of the Stone Age, alcançando desde então, um justo prestígio. Todas essas parcerias, motivaram-no a convidar muitos desses músicos amigos a colaborarem consigo em “Blues Funeral”, tal como Josh Homme, Greg Dulli, Alain Johannes, Jack Irons e Martyn Lenoble. Para além do blues, o rock e o soul, o músico resolveu explorar novos caminhos musicais, inserindo também ambientes eletrónicos. Na minha opinião, essa química funcionou muito bem, algo que já tinha experimentado nos Soulsavers. Ecos de Joy Division, New Order ou Kraftwerk, emerge como influências neste álbum, como podemos destacar em “Harborview Hospital” ou em “Ode To Sad Disco”. Mas o blues continua a estar presente, em “Bleeding Muddy Water”, “St Louis Elegy” e “Phantasmagoria Blues”. O rock devastador de “Quiver Syndrome” e de “Riot In My House”, que conta com a participação de Josh Homme, e “The Gravedigger’s Song”, tema bem sedutor e escolhido para primeiro single. “Gray Goes Black”, num registo mais pop, a sombria “Leviathan” ou a “Deep Black Vanishing Train”, deixa-nos por fim seguros, que “Blues Funeral”, é um álbum a sério.
Tracklist:
1. The Gravedigger’s Song 2. Bleeding Muddy Water 3. Gray Goes Black 4. St Louis Elegy 5. Riot In My House 6. Ode To Sad Disco 7. Phantasmagoria Blues 8. Quiver Syndrome 9. Harborview Hospital 10. Leviathan 11. Deep Black Vanishing Train 12. Tiny Grain Of Truth
Mark Lanegan Band “Blues Funeral” (4AD) – 8,5/10
Vídeo dirigido por Alistair Legrand, eis o primeiro e brilhante single de “Blues Funeral”, “The Gravedigger’s Song”.
Dirigido por John Sebert e produzido por The Construction Safety Association of Ontario, no Canada, em 1966, “The Scribe” é o último filme protagonizado por Buster Keaton, que morreu nesse mesmo ano. Apesar de já ter 70 anos quando fez esta curta, a interpretação de Keaton é formidável. Continua envolver-se em cenas arriscadas e em acrobacias, fazendo por vezes lembrar os seus primeiros filmes, mas claramente com alguma limitação. Aqui no papel de jornalista amador, que se introduz numa construção de um edifício, armando alguma confusão perante os trabalhadores.
Um synth mais melódico e a voz doce de Caroline Myrick, é a combinação perfeita para um projecto tão sedutor e intenso, como osNightlife. A dupla (Caroline Myrick e Darin Rajabian), oriunda de Michigan, Estados Unidos, lançou no último trimestre de 2011, o EP “Radio”. O resultado é bem positivo e apelativo, com deliciosas camadas electrónicas.
Para ver “On the Run” e mais abaixo, para ouvir “Lightspeed”, num alinhamento muito idêntico a uns Visage. Ora confirmem!
Mais uma curta que foi seleccionada para o festival de animação – Anima Mundi 2011 – produzido em França na escola Supinfocom Arles (2010), pelos autores Mauro Carraro, Raphaël Calamote e Jérémy Pasquet. A banda-sonora de Matatoro, ficou a cargo de Pierre Manchot. Animação em 3D, com cores exuberantes, um bom gosto de ilustração e um trabalho bem atractivo.
“O mundo hermético das touradas e seu público, reinventado e reinterpretado”.
Banda oriunda de Minneapolis, Minnesota, os The Rope exibe influências de um post-punk bem atraente e promissor. Nota-se uma sonoridade próxima de uns Bauhaus, Killing Joke, Systers of Mercy ou dos The Chameleons, homenageando impecavelmente esses antecedentes. Sintetizadores exuberantes e percussões agressivas, é para já o testemunho de um projecto bem curioso, que vai de certeza agradar a muita gente. A banda norte-americana por agora, conta no seu repertório apenas um EP – The Rope – encontrando-se a preparar o seu álbum de estreia.
Musico nascido no ano de 1964, Ellensburg WA, Estados Unidos, Mark Lanegan inicia a sua carreira como músico em meados de 80, formando os Screaming Trees, banda que iria ser uma influência para o movimento grunge. Os Screaming Trees nunca chegaram a alcançar grande sucesso, apenas o sexto registo “Sweet Oblivion” (1992), conseguiu dar algum reconhecimento à banda. O grupo termina as suas funções em 2000, mas antes, já Lanegan tinha lançado o seu primeiro álbum a solo em 90 – The Winding Sheet – considerado por Dave Grohl (Nirvana, Foo Fighters), como um dos melhores álbuns de sempre. Mesmo não conseguindo grande êxito com este registo, edita o seu 2º álbum a solo - Whiskey for the Holy Ghost – em 94, conseguindo já obter algumas críticas bem positivas, destacando-se principalmente a sua maturidade musical. A destacar neste disco o tema "The River Rise". Continuando nos Screaming Trees, lança o seu 3º trabalho a solo – “Scraps at Midnight” – em 98, continuando a mostrar influências do blues, algo que já tinha feito nos seus dois registos anteriores. No ano seguinte edita um disco de covers - I'll Take Care Of You – e dá também a informação do fim dos Screaming Trees. A partir daqui, Lanegan inicia uma das melhores fases da sua carreira, juntando-se a Josh Homme nos Queens of the Stone Age, participando em 3 excelentes álbuns – “Rated-R” (2000), “Songs for the Deaf” (2002) e "Lullabies to Paralyze" (2005). Em 2001 ainda edita “FieldSongs” e em 2003 junta-se a GregDulli (The Afghan Whigs) e forma os TheGutter Twins, lançando o primeiro registo – “Saturnalia” – só em 2008. Continuando em alta, Lanegan lança o que é para mim o seu melhor registo a solo – “Bubllegum” – em 2004, contando com a participação de músicos como Josh Homme, PJ Harvey, Greg Dulli e Duff" McKagan. Em 2004 em parceria com Isobell Campbell (ex-Belle & Sebastian), dentro das influências folk, lança em 2006 - Ballad of the Broken Seas – seguindo em 2008 - Sunday at Devil Dirt – e por fim em 2010 – Hawk. Um projecto muito bem recebido pela crítica e público. Para além destes trabalhos que aqui referi, Lanegan também participou noutros projectos como os Soulsavers, Mad Season, The Desert Sessions, Melissa Auf Der Maur, The Twilight Singers, Martina Topley-Bird e entre outros. O músico lançou no inicio de Fevereiro, o seu sétimo álbum a solo – Blues Funeral – um dos motivos da sua visita a Portugal, no dia 30 de Março, no Porto (Hard Club), e no dia seguinte em Lisboa, na Sala TMN.
Recordo do álbum “Bubllegum” (2004), “Hit the City”.
Para ouvir "The River Rise", do álbum “Whiskey for the Holy Ghost”, de 94.