Curta portuguesa galardoada com a Palma de Ouro, na categoria de curtas-metragens, no Festival de Cannes, em 2009.
Realizado, escrito e editado pelo jovem João Salaviza, licenciado pela Escola Superior de Teatro e Cinema, “Arena” é o seu primeiro filme e já é encarado como um jovem realizador de grande talento e pela perspectiva de um futuro bem promissor.
Sinopse:
Este "Arena" é um filme contemplativo, rico em densidade e realismo emocionais, minimalista e simbólico quanto baste em diálogos e construção de narrativa. Exímio na composição da mise-en-scène, Salaviza explora temas como a "violência juvenil urbana" (segundo as próprias palavras ao jornal "i"), o aprisionamento existencial, o choque entre as relações dos seres humanos e o vislumbre de uma liberdade inalcançável. É um grande filme que prepara o realizador para uma carreira sem dúvida promissora.
Lançado oficialmente no dia 1 de Março pela Kranky Records, “Pre Language”, o terceiro registo dos Disappears. A banda norte-americana refere que inspirou-se neste álbum, com música dos The Jesus Lizard, fugindo um pouco das influências iniciais, do krautrock dos Can ou dos Neu!, no intuito de fazer algo diferente dos dois registos anteriores. Os Disappears formaram-se em 2008, Chicago, por Brian Case e Graeme Gibson, lançando em 2010 “Lux” e em “Guider” (2011), juntando-se à banda nesse último ano, Steven Jay Shelley (ex-Sonic Youth). Como já referi, para além da influência do Krautrock, também o shoegaze faz parte da sua sonoridade.
Fica para audição, um dos melhores singles de “Pre Language”, “Replicate”. Confiram!
Foi finalmente lançado no início deste mês pela editora Contraponto, a versão portuguesa de Persépolis, a banda desenhada da iraniana residente em frança, Marjane Satrapi. A autora arrecadou com esta obra inúmeros prémios, incluindo o melhor guião de Angoulême e o prémio Eisner para melhor novela gráfica e melhor obra estrangeira.
Em 2007, “Persépolis” foi adaptado para o cinema, destacando-se em vários festivais, estando também nomeado para o Óscar, de Melhor Filme de Animação.
“Estamos em 1979 e, no Irão, sopram os ventos de mudança. O Xá foi deposto, mas a Revolução foi desviada do seu objetivo secular pelo Ayatollah e os seus mercenários fundamentalistas. Marjane Satrapi é uma criança de dez anos irreverente e rebelde, filha de um casal de classe alta e convicções marxistas. Vive em Teerão e, apesar de conhecer bem o materialismo dialético, ter um fetiche por Che Guevara e acreditar que consegue falar diretamente com Deus, é uma criança como qualquer outra, mergulhada em circunstâncias extraordinárias.
Nesta autobiografia gráfica, narrada com ilustrações monocromáticas simples mas muito eloquentes, Satrapi conta a história de uma adolescência durante a qual familiares e amigos “desaparecem”, mulheres e raparigas são obrigadas a usar véu, os bombardeamentos iraquianos fazem parte do quotidiano e a música rock é ilegal. Contudo, a sua família resiste, tentando viver uma vida com um sentido de normalidade. Um livro inteligente, muito relevante e profundamente humano.”BBC
Género: Banda Desenhada
Tradutor: Duarte Sousa Tavares
Formato: 15 x 23,5 cm
N.º de páginas: 352
Data de lançamento: 5 de abril
PVP: 19.90€
Projecto oriundo de Londres, os CRIM3S é constituído por Sloww Ddeath e
Sadie Phelps, apresentando uma imensa energia dentro do género do Witch House,
já comparados aos Crystal Castles. Lançado nos finais do ano passado, o EP “CRIM3S”, é o primeiro trabalho
do duo londrino, tendo sido muito bem recebido.
Em 2010, fomos brindados com o emocionante álbum de estreia - “Twin-Hand Movement” - dos norte-americanos Lower Dens. Nesse disco, respirávamos uma sonoridade densa e atmosférica, causando algumas vezes um arrepio na espinha. O novo “Nootropics”, repete toda essa intensidade do registo anterior, mas deixando-nos um pouco isolados em algumas canções. Jana Hunter e os seus parceiros, não pretenderam inovar, mas transmitir mais alguma sensualidade às músicas. Pelo menos, nota-se texturas sónicas mais hipnóticas, com intensão de rebuscar influências aos Cocteau Twins ou a Brian Eno, para transmitir algo mais intenso. As cavalgadas rítmicas de “Alphabet Song”, abre “Nootropics”, passando de seguida ao single “Brains”, um dos momentos mais fortes deste disco, intenso e belíssimo. “Propagation” é dolorosamente lento, liderado por um ambiente bem envolvente. Devagarinho, vamos recebendo cada vez com mais intensidade a música, graças aos temas “Lamb” e “Candy”. Nota-se o sono profundo a emergir com “Lion in Winter Pt. 1”, num ambiente atmosférico, continuando com o fantástico e mais experimental “Lion in Winter Pt. 2”. “Nova Anthem” leva-nos por uma atmosfera bem serena, num registo bem explorado por Brian Eno. O desfecho é assinalado por “In the End is the Beginning”, um tema de 12 minutos, absolutamente hipnótico. Produzido por Drew Brown (que já trabalhou com os Radiohead, Beck, ou Blonde Redhead), é um registo que não desilude, mesmo indo muito ao encontro do experimentalismo. Tem-se que ter alguma disponibilidade para deixar sentir “Nootropics”, pois o desfecho pode ser bem positivo e apaixonante.
Tracklist:
01. Alphabet Song 02. Brains 03. Stem 04. Propagation 05. Lamb 06. Candy 07. Lion in Winter Pt. 1 08. Lion in Winter Pt. 2 09. Nova Anthem 10. In the End is the Beginning
Lower Drains “Nootropics” (Ribbon Music) – 7/10
“Brains” foi o primeiro single a surgir, e o vídeo foi dirigido por Tristan Patterson.
Vencedor do Óscar de Melhor Curta de Animação em 1961, “Munro” (1960), é uma sátira sobre a vida militar, em que a personagem central é uma criança de quatro anos, que é acidentalmente alistada no exército, e que nenhum militar enxerga a sua tenra idade.
A animação foi dirigida pelo norte-americano Gene Deitch e com o argumento de Jules Feiffer.
A banda californiana está de regresso com novo disco – “Endless Flowers” – a editar dia 4 de Junho. “Sleep Flowers”, o último registo dos Crocodiles foi lançado em 2010, conseguindo alcançar uma nota bem positiva pela crítica musical nesse ano.
“Sunday (Psychic Conversation #9)" é o primeiro avanço de “Endless Flowers” e tem vídeo, dirigido por Sam Macom.
Foi apresentado recentemente o single “Rock N’ Roll Is The Answer”, que faz parte do álbum “… Ya Know?”, de Joey Ramone, com edição marcada para o dia 22 de Maio. O segundo disco do músico, é lançado 10 anos depois de “Don't Worry About Me”, o seu primeiro registo a solo, após o fim dos Ramones. O álbum póstumo de Joey, será lançado pela BMG Rights Management, e é produzido por Ed Stasium e Jean Beauvoir, com quem os Ramones já tinham trabalhado. “… Ya Know?” conta ainda com participação de Joan Jett, Stevie Van Zandt, Richie Ramone e ainda os membros dos Cheap Trick e dos Dictators. O álbum apresenta 15 temas, concluidos ainda antes da morte de Joey Ramone (15 de Abril de 2001), ao qual o seu irmão, Mickey Leigh, resolveu desenvolver este projecto e disponibiliza-lo.
“Rock N’ Roll Is The Answer” é o primeiro avanço de “… Ya Know?”, e tem direito a vídeo.
Em 2008, Al Jourgensen resolve colocar um ponto final nos Ministry, devido a um problema grave de saúde, que o levou quase à morte. “The Last Sucker” (2007), era então o último álbum da banda, e que fechava a trilogia anti-George W. Bush, recebendo elogios bem positivos pela crítica e admiradores. Em 2011, Jourgensen ressuscita então os Ministry, comunicando o lançamento de um novo disco, “Relapse”, editado nos finais de Março. O novo registo é o retorno à vida do enigmático Jourgensen, deixando para trás a droga e os maus hábitos que desfrutou durante demasiados anos. Contudo, este regresso é bem positivo, somos praticamente bombardeados do princípio ao fim, por uma sonoridade furiosa e implacável, provando que a banda está cheia de vigor e de inspiração. Mike Scaccia (Rigor Mortis), Tony Campos (Static X), Tommy Victor (Prong) e Casey Orr (Rigor Mortis / Gwar), reúnem-se a Jourgensen e produzem um disco intenso e implacável. “Ghouldiggers” é uma explosão de batidas e guitarras fortes, que aborda o ódio do músico à pretensão e arrogância da indústria da música. Segue-se “Double Tap”, a última facada era Bush, relativamente ao Bin Landen. A acelerada e sombria “FreeFall”, uma piada aos políticos com “Kleptocracy”, uma das melhores covers dos Ministry com “United Forces”, dos S.O.D., um dos grupos influentes da banda. O primeiro single “99 Percenters”, na minha opinião o tema mais fraco do disco, “Relapse”, um excelente single a recordar os bons tempos de “Psalm 69” ou de “The Mind Is a Terrible Thing to Taste”, e por fim “Relapse - Defibrillator Mix” (música apenas disponível em versão limitada), faz quase um retrocesso ao electro-pop dos tempos de “With Sympathy”. Al Jourgensen oferece-nos um dos melhores discos do ano e um dos melhores dos Ministry. Um disco enorme!
Tracklist:
01.Ghouldiggers 02.Double Tap 03.FreeFall 04.Kleptocracy 05.United Forces (S.O.D. cover) 06.99 Percenters 07.Relapse 08.Weekend Warrior 09.Git Up Get Out ‘n Vote 10.Bloodlust 11.Relapse – Defibrillator Mix (only on the Special Limited Edition)
Dance Craze: The Best of British Ska, é um excelente documento ao vivo do movimento mais rebelde do ska (2 Tone), iniciada no final da década de 70, em Inglaterra. Nomeado como a segunda geração do ska, devido também à editora 2 Tone Records, fundado por Jerry Dammers, dos The Specials. Infelizmente, este documento ao vivo não está disponível em DVD, encontrando-se apenas facultado na net, para visualização. O conteúdo é composto por momentos únicos, de bandas que fizeram historia na 2 Tone, incluindo os Madness, The Specials, The Selecter, The Beat, The Bodysnatchers e os Bad Manners.
Após oito anos do lançamento de “Trampin’” (o seu último álbum de originais), Patti Smith está de regresso com novo disco de nome “Banga”, e chega às lojas no dia 4 de Junho. O disco foi gravado no Electric Lady Studios e conta novamente com a participação de Lenny Kaye, Jay Dee Daugherty e Tony Shanahan, músicos já fiéis a Smith. Tom Verlaine (Television), Jack Petruzzelli, Johnny Depp, e os filhos de Smith (Jackson e Jess Paris), são também nomes a juntar-se à lista de convidados neste disco. Ainda em entrevista ao programa americano CBS Sunday Morning, o nome “Banga”, é uma referência à obra – The Master and Margarita - do escritor russo Bulgakov. O álbum também é marcado por algumas homenagens, como a Amy Winehouse, com o single “This is the Girl”, à actriz Maria Schneider e ao povo japonês vítima do terremoto, com o tema “Fuji-san”.
“April Fool” é o primeiro single, e conta com a participação de Tom Verlaine.
Agradável animação produzida em 2010, pelos franceses Tom Haugomat e Bruno Mangyoku, "Jean-François" arrecadou o prémio “Jean Luc Xiberras de la première oeuvre” no Festival Annecy de 2010.
Jean-François é um campeão de natação de mérito indiscutível. A felicidade está ao alcance mas as coisas não são assim tão fáceis. Ele é perseguido por memórias nostálgicas de infância passada junto à praia, onde foi criado pelo seu pai e onde surgiu a sua paixão pelo mundo aquático.
É já o décimo primeiro disco do britânico Paul Weller (antes associado aos The Jam e aos The Style Council), e aquele que já é visto como um dos melhores álbuns a solo do músico inglês. “Sonik Kicks” é um registo inovador, a um nível de produção excelente, com músicas de enorme qualidade, que o torna num clássico. Essa vertente mais experimental e renovadora de Weller, tem vindo a ser mais relevante nos dois álbuns anteriores, “22 Dreams” (2008), sondando o folk e “Wake Up The Nation”, apoiando-se no britpop atestado de vitalidade. Agora é o krautrock e o new wave, as influências existentes em “Sonick Kicks”, um dos exemplos disso é o magnífico single “Dragonfly”, que conta com a colaboração de Graham Coxon dos Blur. Outros dos temas de grande destaque, passa por “Green”, ambientes psicadélicos, num duelo de guitarras alienadas. Após “Kling I Klang” num clima bem divertido, somos presenteados com “Sleep of the Serene”, música instrumental acompanhada por uma série de violinos, seguindo a melancólica “By the Waters”, resgatando também o barulhinho dos violinos. “That Dangerous Age” e “When Your Garden’s Overgrown”, recordam os anos de ouro dos Blur, enquanto “Study in Blue”, acompanhado pela sua esposa – Hanna – desagua numa sonoridade muito próxima do dub. “Drifters”, outra das canções a não ignorar, banhada pelo psicadélico, com uma agradável referência de Syd Barret. Com quase 54 anos, Weller contínua hiperactivo e cheio de inspiração, numa carreira de 35 anos bem confortável.
Tracklist:
01. Green 02. The Attic 03. Kling I Klang 04. Sleep of the Serene 05. By the Waters 06. That Dangerous Age 07. Study in Blue 08. Dragonfly 09. When Your Garden’s Overgrown 10. Around The Lake 11. Twilight 12. Drifters 13. Paperchase 14. Be Happy Children
Paul Weller “Sonik Kicks” (Island Records) – 8,5/10
Dirigido por Franck Trebillac, eis o magnifico vídeo “Dragonfly”.
The Pawnshop, foi a sexta curta-metragem de Charlie Chaplin, produzida na Mutual Film Corporation, no ano de 1916. O filme tem a participação da já popular actriz, Edna Purviance, Henry Bergman, Eric Campbell, Albert Austin e entre outros.
O circundante da curta é passado numa loja de penhores, onde Chaplin é o empregado e que apaixona-se depois pela filha do proprietário. Para além de uma sucessão de cenas antológicas de grande humor na loja, tais como a disputa com o seu colega de trabalho (John Rand), sobre um escadote que auxiliava para a limpeza do símbolo da loja. A máquina de secar loiça, o dono de um despertador (Albert Austin), ao qual Chaplin o desmantela, e o assaltante (Eric Campbell), que tenta roubar a loja.
Mais um interessante projecto, deste duo dinamarquês-iraniano, formado pelo produtor Lasse e a vocalista Sahar, residentes em Copenhaga. Numa atmosfera com imenso glamour, onde predomina o sintetizador, os Rosemary lançaram no início deste ano o EP “A Persian Tale”, com cinco temas absolutamente contagiantes.
Foi lançado ontem pela ASA, o livro “Provérbios… com Gatos!”, da luso-francesa Catherine Labey, sendo o gato a figura central. A autora decidiu fazer uma lista de provérbios populares de forma divergente, incluindo os gatos como protagonistas, não fosse o gato uma das suas grandes paixões.
Gatos… Graciosos, brincalhões, ternurentos, são eles que nos falam de provérbios, numa abordagem diferente da sabedoria popular. Muitos provérbios existem também além-fronteiras, mas outros têm um sabor essencialmente português. Cada página é composta por duas tiras que correspondem a dois provérbios cujos protagonistas são gatos. Este livro dirige-se a todos os amigos de gatos… e não só!
Ano da Edição / Impressão / 2012 Número Páginas / 48 ISBN / 9789892318523 Editora / ASA Preço:8.90€
“Coming Down” é o novo single dasDum Dum Girls, a ser retirado de um dos álbuns mais interessantes do ano passado - “Only Dreams” – o segundo registo da banda. O vídeo é protagonizado por Dee Dee (vocalista, guitarrista), mostrando diversas pessoas a cortar a sua roupa, referências da actuação de Yoko Ono em 1965, com a peça “Cut Piece”.
Eis então o vídeo – “Coming Down” – dirigido por Malia James.
Banda originária de Manchester, John McGeoch e Howard Devoto formam os Magazine em 1977, após este último abandonar os Buzzcocks. Devoto resolveu apostar num novo ambiente sonoro, inserindo algum experimentalismo ao post-punk. Barry Adamson (baixo), Bob Dickinson (teclados) e Martin Jackson (bateria), complementam a banda, conseguindo depois assinar o contracto pela Virgin. Deram o seu primeiro espectáculo ao vivo no último trimestre de 77, na cidade de Manchester, lançando depois no inicio de 78 o primeiro single – “Shot by Both Sides” – produzido por Mick Glossop e pelos próprios membros da banda. Foi lançado então o primeiro e o aclamado registo – “Real Life” – em Junho de 78, considerado por muitos, como um dos primeiros álbuns do movimento post-punk. Para além do clássico “Shot by Both Sides”, outros singles se destacavam como o “The Light Pours Out of Me” ou “My Tulpa”. Nesse mesmo ano Martin Jackson resolve deixar a banda, sendo substituído por Paul Spencer que acompanhou o grupo, praticamente até ao final da tournée de “Real Life”. Spencer resolve formar os The Speedometors, interrompendo a sua participação nos Magazine, entrando no seu lugar John Doyle. Em 79 lançam o seu segundo álbum – “Secondhand Daylight”. Este registo girou pelo recurso mais experimental, destacando-se mais os sintetizadores. Adamson associa-se nesse ano aos Visage. No ano seguinte sai “The Correct Use of Soap”, obtendo mais uma vez criticas bem positivas, mas não foi o suficiente para McGeoch decidir abandonar a banda e junta-se aos Siouxsie and the Banshees. Uma das razões da sua saída, foi por este achar que a sua guitarra não intervinha muito nestes dois últimos registos. Robin Simon (ex-Ultravox e Neo), entra para lugar de McGeoch, mas não por muito tempo, dedicando-se ao álbum a solo de John Foxx - “The Garden”. Entra Ben Mandelson e gravam em 81 o quarto álbum - Magic, Murder and the Weather – não alcançando o sucesso dos registos anteriores. Adamson continua a colaborar com os Visage e entra também nos The Birthday Party, enquanto a Mandelson junta-se aos The Mekons e Doyle aos The Armoury Show. É assim confirmado o fim dos Magazine em 1981, reunindo-se depois no ano de 2009, por Devoto, Adamson e Doyle (excepto McGeoch que faleceu em 2004), para vários concertos no Reino Unido, tocando na íntegra o álbum “The Correct Use of Soap”. A banda regressou ainda aos discos em 2011, com “No Thyself”.
Para recordar o vídeo “The Light Pours Out of Me”, do álbum “Real Life”.