Este álbum foi um pedaço importante para a história do rock n’ roll, criando depois impacto a bandas como os The Stooges ou aos The Velvet Underground. A verdade é que os norte-americanos The Sonics, são considerados uma das bandas pioneiras do rock de garagem, incentivando depois o inicio do movimento punk.
Neste disco, nas letras das suas músicas originais, a banda fazia referência à cultura adolescente dos anos 60: carros, surf, álcool, rock e sobretudo, as raparigas.
O álbum de estreia - “Here Are the Sonics!!!” – lançado pela Etiquette Records, teve sem dúvida, um enorme impacto para a música que se ouvia naquela altura, dando maior rivalidade e intensidade ao rock.
Podíamos designar “Here Are the Sonics!!!”, como um álbum de covers, já que é composto por doze temas, sendo oito deles versões, incluindo "Roll Over Beethoven" de Chuck Berry, "Do You Love Me" dos The Contours, "Night Time Is the Right Time" de Ray Charles, "Money (That's What I Want)" de Barret Strong ou "Good Golly Miss Molly" de Little Richard. Enquanto aos originais, “The Witch”, “Boss Hoss”, “Psycho” e “Strychnine”, quatro clássicos que fazem deste disco incontornável.
Em 99, o álbum é reeditado pela Norton Records, que vem incluído mais 4 singles,"Keep A Knockin” de Little Richards, "Don't Believe in Christmas", “Santa Claus” e "The Village Idiot" de Jingle Bells.
É um registo que não se pode desprezar, já que é uma referência para a maioria das bandas de ontem e de hoje.
The Sonics “Here Are the Sonics!!!” (Norton Records_1965)
Para a promoção deste álbum, fica o single “Strychnine”, com o vídeo não original.
Eis mais uma curta-metragem portuguesa, desta vez realizada
por Paulo César Fajardo. “A Estação” produzida em 2006 para os lados da
Figueira da Foz, foi inspirada numa história verdadeira, e conta com participação
de Paulo P. Silva e Catarina Fajardo.
Sinopse:
Um escritor empreende uma caminhada em busca de
inspiração para o seu próximo livro. Esta busca leva-o até ao limiar da sua
realidade cognitiva, onde as personagens são fantasmas que vagueiam em sonhos.
Neste mundo alternativo onde a ficção se confunde com a realidade, o autor
interpreta o papel de uma personagem num argumento maior do que a vida.
Da Suécia, Estocolmo, chega Zhala, com uma sonoridade e até voz, muito parecida com a sua compatriota
e amiga Lykke Li. O ambiente musical de Zhala é construído por ambientes electrónicos,
dentro do witch house, muito perto de Fever Ray ou de os Austra, como
influencias mais próximas.
“Slippin Around” é o seu mais recente single de
Zhala, num ambiente tribal e sedutor. A produção do vídeo ficou a cargo de Makode Linde, com imagens psicadélicas,
num universo perfeito e deslumbrante.
Já está disponível o último volume da saga Sin City - “Inferno, Ida e Volta” – de Frank Miller. Série iniciada nas páginas da revista Dark Horse Presents em 1991, Sin City representou uma verdadeira revolução no mundo dos comics, ao apostar nas histórias policiais, num mercado em que os super-heróis ditavam a lei, preferindo um preto e branco altamente contrastado e de uma eficácia brutal, às cores consideradas indispensáveis em qualquer comic “mainstream”. Depois da primeira história, Miller voltou com frequência a Sin City, dando-nos a conhecer outros habitantes da Cidade do Pecado como acontece com este 7º volume da série.
“Wallace é um herói de guerra que tenta ganhar a vida como ilustrador, mas isso não tem sido nada fácil. Para azar seu, salva uma bela mulher chamada Esther, apenas para vê-la raptada pouco tempo depois. O problema é que Wallace se apaixonou por ela e, além de estar disposto a fazer tudo para encontrá-la, acabará por desvendar um mistério maior do que ele imagina…”
Sin City 7 – Inferno, Ida e Volta de Frank Miller Edições Devir 320 páginas a cores Preço:29.99 PVR
Shannon Funchess e Bruno Coviello, são os Light Asylum, que no
dia 1 de Maio lançaram o seu primeiro registo de longa duração.
“Light Asylum” chega
a retrair-se um pouco, após um EP – In Tension – que deslumbrou logo nas
primeiras audições, num projecto que avizinhava-se promissor, com camadas de um
synthpop bem sedutor e delirante, e principalmente, com a voz (e o carisma) de
Funchess a evidenciar-se literalmente, lembrando a façanha cativante de Grace
Jones. Muito aqui falei dos norte-americanos Light Asylum, inteiramente uma das
minhas principais apostas para este ano, com alusões óbvias aos anos 80, a
partir de uns sintetizadores bem infalíveis com algum impacto do EBM, e abraçando
por completo o darkwave. "Amar todas as pessoas que desprezas",
é a mensagem de “Hour Fortress”, música um pouco dissonante, com uns
sintetizadores bem desinquietos. A agressividade vai ocorrendo com “Pope Will
Roll”, mas é “IPC”, num ambiente mais industrial, um dos singles triunfantes
deste registo, numa sonoridade abrasiva e desinquieta, absolutamente sedutora. A
partir daqui o álbum vai desacelerando, com Funchess
a debilitar mais a voz em “Heart Of Dust”, tornando-se sonhadora e menos
agressiva. A densa e hipnótica “Sins Of The Flesh”, com os vocais mais fortes, mas
num registo mais tranquilo, o mesmo podemos dizer de “Angel Tongue”. O primeiro
single “Shallow Tears”, continua a seguir por caminhos preguiçosos, mas que nos
vislumbra, intensamente. A mudança de humor com “At
Will”, outra música de enorme destaque. Galgando para extraordinária “A Certain
Person”, um dos singles também residentes no EP “In Tension”, fecha a sequência inesperada de baladas.
Sim, faltou um pouco de combustível neste álbum, mas que
mesmo assim não perco a confiança neste interessante grupo de Brooklyn.
Tracklist:
1. Hour
Fortress
2. Pope Will Roll
3. IPC
4. Heart Of Dust
5. Sins Of The Flesh
6. Angel Tongue
7. Shallow Tears
8. At Will
9. End Of Days
10. A Certain Person
“Le Noeud Cravate” (The Necktie), é uma magnífica animação com variadas
técnicas, produzida em Montreal no ano de 2008, por Jean-Francois Lévesque. A personagem central é um fantoche filmado em stop-motion, dentro de
vários cenários em miniatura.
Outras personagens são produzidas em 2D no tradicional papel,
recortado em tiras. A curta realizada para National Film Board of Canada, ainda arrecadou
vários prémios, incluindo o Justra Award, de melhor curta de animação e no
Festival de Cinéma des 3 Amériques, também como melhor curta de animação.
“Noeud Cravate” é a história de homem com um trabalho fastidioso,
que redescobre aos 40 anos de idade o seu acordeão, e com ele, a seu
contentamento para a vida.
Ainda
recentemente aqui exibi o single “Old Persian Tale” retirado do EP “A Persian
Tale”, dos Rosemary, duo formado pela iraniana Sahar Poure pelo dinamarquês Lasse Martinussen.
Desse
EP, foi apresentado mais um single, desta vez “Sleep Alone” e teve direito a
vídeo que foi produzido pelo próprio Lasse.
“Propagation” é o segundo single a ser retirado do mais
recente registo dos Lower Dens, “Nootropics”, lançado no inicio deste mês. Mais
um trabalho ambicioso da banda de Baltimore.
O vídeo que foi dirigido por Sebastian Mlynarsky, mostra os
membros da banda vestidos com fatos de apicultor branco, vagueando pela
floresta, numa sonoridade lenta e envolvente.
Este
é um disco com mensagens fortes e negativas, quase apocalíptica, com ataque
central aos políticos, ao capitalismo
e aos problemas ambientais, mas também deparamos
com momentos subtilmente optimista
e de esperança, uma luz ao fundo do túnel.Depois
da reunião em 2008 da formação original dos Killing Joke (Jaz Coleman, Kevin
"Geordie" Walker, Martin "Youth" Glover e Paul Ferguson), que
originou o lançamento em 2010 do notável álbum “Absolute Dissent”, adquirindo
elogios muito positivos, a banda inglesa regressa em força este ano com “MMXII”,
já considerado um dos seus melhores álbuns. Os
Killing Joke que continuam a comemorar os 30 anos carreira, lançaram ainda no início
deste ano, “Down by the River”, um documento duplo ao vivo que faz parte dessas
mesmas comemorações. A
paisagem devastada da capa do álbum, foi desenhada por Mike Coles, enquanto à
produção ficou à responsabilidade da própria banda. A música
de abertura “Pole Shift”, fala sobre as preocupações ambientais e da necessidade
urgente de arranjar soluções relativamente às localizações
geográficasdos polose ao eixoda rotaçãoda terra. A bélica “Fema
Camp”, num ataque ao estado norte-americano, relativamente às instalações e
condições prisionais. “Rapture”, um dos melhores momentos de “MMXII”, com camadas de energia ao melhor nível da banda de Coleman. A situação
global atual e a sua perspectiva para um futuro próximo, com “Colony Collapse”,
seguindo “Corporate Elect”, num punk pujante. “In Cythera”, outro excelente
single, num synthpop optimista, recordando os tempos de “Night Time” (1985). As
guitarras pesadas e a voz de revolta de Coleman, predomina em “Glitch”,
enquanto o estrondoso “Trance” procura seguir a guitarra abrasiva de "Pssyche”. Com
“MMXII”, mostra que os Killing Joke estão melhores que nunca.
Tracklist:
01. Pole Shift
02. Fema Camp
03. Rapture
04. Colony Collapse
05. Corporate Elect
06. In Cythera
07. Primobile
08. Glitch
09. Trance
10. On All Hallow's Eve
Como grande admirador de
Fritz Lang, passando já aqui dois dos seus filmes, os clássicos “Metropolis”
(1927) e “M” (1931), expondo agora aqui “Das Testament des Dr. Mabuse” (The Testament of Dr. Mabuse), o segundo filme e na minha
opinião, o melhor da série Dr. Mabuse, personagem criada pelo romancista
Norbert Jacques. Basicamente dividido em 3
partes, “Dr. Mabuse, der Spieler” (1922), “Das Testament des
Dr. Mabuse” (1933) e “Die tausend Augen des Dr. Mabuse” (1960), a noção da
personagem Dr. Mabuse por Fritz Lang, vem da
ideologia exposta pelos nazis na boca de um louco: Dr. Mabuse, advertindo para
uma ameaça iminente, que em breve se tornaria numa realidade: o holocausto
nazi, que terminaria com a morte de 7 milhões de polacos, entre os quais 3,5
milhões de polacos judeus, 2,6 milhões de judeus, 6 milhões de civis eslavos, 4
milhões de prisioneiros de guerra soviéticos e 1,5 dissidentes políticos. Por isso foi proibido a sua
exibição na Alemanha, durante aproximadamente duas décadas, sendo
posteriormente restaurado pelo Arquivo de Cinema Alemão e o
Museu de Cinema de Munique. No elenco, Rudolf
Klein-Rogge é Dr. Mabuse, To Wernicke o Inspector Lohmann, Oscar Beregi Sr. o
Professor Baum e Theodor Loos o Dr. Kramm, actor que também participou em “Metropolis”.
Uma rede
terrorista está à solta em Berlim. Seu objetivo é promover caos e anarquia,
utilizando-se de instruções do Dr.
Mabuse, que encontra-se em um hospital para doentes mentais em estado
catatônico. O inspector Lohmann é o responsável pela investigação do caso, e
vai apertando o cerco através de provas cada vez mais estranhas.
A misteriosa Jonna Lee (Iamamiwhoami), tem lançado durante este ano, inúmeros singles, incluindo “Drops”.
Duo sueco, formado por Jonna Lee e Claes Björklund, mostram uma sonoridade dentro do synthpop e o dream pop, com algumas referências também do avant-garde. Comparados aos Knife, Fever Ray, Björk ou aos Röyksopp, os Iamamiwhoami têm editado variados singles desde o início da sua formação, 2009, sendo todos eles intitulados por uma série de números, que os torna divergentes.
Está previsto o lançamento do primeiro álbum – “Kin” – para o dia 11 de Junho pela Cooperative Music.
Enquanto esperamos ansiosamente pelo disco de estreia, apreciem “Drops”.
Com
estreia prevista para os territórios portugueses no verão (18 de Agosto), “Brave”
é o novo filme de animação em 3D, produzida pela Pixar.
O
filme foi dirigido e escrito pela norte-americana Brenda Chapman, sendo pela primeira
vez, uma mulher a assumir a produção de um filme de animação na Pixar. Chapman,
refere que este filme é uma combinação de amor entre Hans Christian Andersen,
os irmão Grimm e o crescimento da sua filha.
A Pixar prometeu uma grande revolução na tecnologia utilizada na
produção dos filmes, principalmente no aperfeiçoamento visual dos cenários e
também nos efeitos 3D.
A
principal personagem do filme é Mérida (Kelly MacDonald), uma princesa de um
reino governado pelo Rei Fergus (Billy Connolly), e a Rainha Elinor (Emma
Thompson). É uma miúda rebelde e uma óptima arqueira, acabando de fazer opções
erradas, que colocarão o seu reino e os seus pais em perigo. Ela vai então enfrentar
todos os perigos, no intuito de salva-los.
Foi lançado no mês de Março, “The
Politics Of Envy”, o oitavo e criativo álbum a solo do britânico Mark Stewart (The
Pop Group).
Numa mensagem de grande
manifesto e de contestação neste registo, o músico volta a explorar a fusão do krautrock,
o dub, o funk e o industrial. Um trabalho intenso e de enorme qualidade.
Neste disco, Stewart
contou com uma extensa e ilustre lista de convidados: Primal Scream,
Daddy G (Massive Attack), Lee 'Scratch' Perry, Douglas Hart (Jesus & Mary
Chain), Gina Birch (Raincoats), Keith Levene (Clash/PiL), Tessa Pollitt
(Slits), Richard Hell, Factory Floor e o cineasta Kenneth Anger.
O single de apresentação de “The Politics Of Envy”, é “Autonomia” e
conta com a participação dos Primal Scream. Stewart inspirou-se nesta música em
Carlo Giuliani, ativista morto em 2001 durante
protestos contra a reunião do G8, em GenovaO vídeo foi dirigido por Douglas Hart, baixista doThe Jesus and Mary Chain.
Banda formada nos finais dos anos 70, por Jaz Coleman (voz, teclados) e "Big" Paul Ferguson (bateria), em Notting Hill, Londres, abrangendo de imediato o guitarrista Kevin “Geordie” Walker e o baixista Martin "Youth" Glover. Coleman pretendia inserir na sonoridade, uma nova forma e estilo, com alguma agressividade – um punk mais primitivo, com o auxílio de sintetizadores. Lançam em 79 o EP “Almost Red”, atraindo a atenção de John Peel, da BBC, chegando mesmo a convidar a banda para uma das suas secções. Ainda nesse ano assinam pela Island Records (passando depois para E.G. Records), e criam a Malicious Damage. Lançam então o primeiro LP – Kiling Joke – em Agosto de 1980, muito bem recebido pela crítica. Iniciam vários concertos pela Inglaterra, tendo uma atitude ofensiva em palco, devido a incluírem imagens chocantes e controversas, como exemplo, um cartaz do Papa abençoando um grupo de Nazis. Mesmo repleto de polémicas, os Killing Joke conseguem alcançar o sucesso, devido à sonoridade agressiva e dançável. A banda rapidamente progride, transmitindo um som mais denso e agressivo. Lançam em 81 o segundo álbum - What's THIS For...! – onde inclui o single "Follow the Leaders”. Em 82 sai “Revelations”, produzido por Plank Conny. Coleman dedica-se ao ocultismo e o baixista Martin "Youth" Glover deixa a banda para formar os Brilliant, juntamente com Ferguson, que largaria o projecto pouco depois, regressando aos Killing Joke ao lado de Paul Raven (baixo), gravando em 83 o 4º registo – Fire Dances – considerado um registo muito mais brando. Segue-se em 85 – Night Time – num alinhamento dentro do new wave, mais dançável e um pouco pop, que mesmo assim, viria a ter um enorme sucesso, devido aos singles “Eighties”, “Love Like Blood” e “Kings and Queens”. Em 86 editam “Brighter Than a Thousand Suns” (último álbum com Ferguson), em 88 “Outside the Gate” e em 89, o estranho “The Courtauld Talks”, não conseguindo com estes, deter qualquer sucesso. Martin Atkins deixa os P.I.L. e forma os Killing Joke, juntamente com o baterista Dave "Taif" Ball. Em 90 é lançado “Extremities, Dirt & Various Repressed Emotions” pela gravadora alemã Noise, obtendo críticas muito mais positivas, incluindo um som mais pesado e industrial. Martin "Youth" Glover regressa á banda e em 94, é lançado “Pandemonium”, seguindo “Democracy” em 96. A banda coloca uma pausa, regressando em 2003 com os membros – Coleman, Geordie, Youth, Raven - com o álbum “Killing Joke”, que contava com a participação especial de David Ghrol, na bateria. Bastante elogiado, o disco foi considerado mais pesado e um dos melhores da banda. Em 2006 volta à carga com “Hosannas from the Basements of Hell”, que já não continha a participação de “Youth”. Em 2007, falece Raven, incentivando a reunião de todos os membros originais - Jaz Coleman, Kevin "Geordie" Walker, Martin "Youth" Glover e Paul Ferguson. Marcado então pela comemoração do 30º aniversário da banda, é lançado em 2010 “Absolute Dissent”, sendo considerado um dos trabalhos mais importantes e criativos da banda, e obtendo inúmeros elogios. Este ano é editado "MMXII", o 15º álbum da banda. Os Killing Joke foram o principal incentivo para bandas como os Ministry, Big Black, Nine Inch Nails, Tool, Prong, Porcupine Tree, Foo Fighters e entre outros.
Recordo do álbum “Night Time”, o video “Eighties”.
Buster Keaton junta-se a Edward F. Cline, e dirigem a curta “The Boat” (1921), com a produção de Joseph M. Schenck.
Este filme, foi descoberto por James Manson na casa que antigamente pertencera a Buster Keaton. O filme estava já em grande estado de deterioração, mas felizmente Manson consegui-o recuperar.
Para além da participação de Keaton e de Cline, Sybil Seely interpreta o papel de esposa de Keaton.
Sinopse:
Buster constrói um barco na cave da sua casa, o Damfino. Acontece que o barco é demasiado grande para passar pela porta o que resulta no colapso da casa. Irá o barco ao menos flutuar?
Depois
do Porto, amanhã é dia de concerto dos Sétima Legião no Coliseu de Lisboa, integrado
nas comemorações do seu 30º aniversário da sua fundação. Para além de Lisboa, a
banda irá dar mais sete espetáculos em todo país, incluindo as Caldas Rainha, dia
18, no Grande Auditório do Centro Cultural e
Congressos.
"De
há uns anos para cá tínhamos vontade de fazer alguns concertos e este
pareceu-nos um bom momento", disse Rodrigo Leão.
A
banda na sua formação original irá revisitar em palco uma discografia que marcou
com relevância o panorama musical português, destacando os álbuns“A Um Deus Desconhecido” (1984), “Mar D'Outubro” (1987) e “De
Um Tempo Ausente” (1989). “Glória”, “Sete Mares”, “Por quem não esqueci” ou “Porto
Santo”, foram temas de grande sucesso, que irão de certeza fazer parte da noite
de amanhã.
Correspondente ainda ao aniversário da banda, foi lançado no dia
23 de Abril, a colectânea “Memória”, um CD+DVD com os seus temas emblemáticos e
a gravação do concerto dos Sétima Legião
no Pavilhão Carlos Lopes, Lisboa, no 29 de Dezembro de 1990, além de outros
extras. Também vai ser reeditado toda a discografia do grupo. Recordo aqui “A Reconquista”, do álbum "Mar D'Outubro".
Curta dirigida pelo francês Geoffrey Godet, em apenas 6
meses, “Papaye” foi produzida para trabalho de final de curso da escola de
animação francesa, Supinfocom.
Animação em 3D, com quase dois minutos, conta o momento em
que um cozinheiro tenta preparar uma tartaruga, mas não será tarefa fácil.