quinta-feira, 31 de maio de 2012

Light Asylum “Heart of Dust”


É no seguimento do novo vídeo dos norte-americanos Light Asylum, que aproveito para comunicar a estreia da banda em Portugal, mais precisamente na discoteca Lux, em Lisboa, no dia 15 de Junho. A banda vai ser então a próxima convidada da próxima sessão Black Ballon, invento a cargo do radiologista Pedro Ramos, onde também vão estar presentes os portugueses Capitão Fausto.
A recordar que os Light Asylum lançaram o seu primeiro álbum de longa duração, intitulado “Light Asylum”, no início deste mês e que é uma das minhas apostas para este ano.

Eis então o vídeo “Heart of Dust”, dirigido por Grant Worth e David Riley.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

The Red Tide, de Jason Reicher


No 2º ano de curso na escola de CalArts, Jason Reicher elaborou uma curta-metragem de animação, com uma produção de imensa qualidade, principalmente na concepção das personagens. Com elementos de um film moir, “The Red Tide” (2012), foi inspirado no seu pai, e nas suas aventuras oceânicas nos anos 60.

A música ficou a cargo de Max Rubell.

terça-feira, 29 de maio de 2012

P.I.L. “One Drop”


Editado ontem pela editora independente – PIL Official - “This is PIL”, marca o regresso dos londrinos P.I.L. (Public Image Ltd.), aos álbuns, após 20 anos do lançamento de “That What Is Not”.
A banda liderada por John Lydon, reuniu-se em 2009, para realizar cinco concertos no Reino Unido, no intuito de financiar um novo disco. “Toda a gente pensa que eu enriqueci com os Sex Pistols, mas infelizmente isso não é verdade. Para fazer este disco, foi preciso fazer vários concertos para conseguir o financiar.” - Mencionou Lydon para uma das rádios da BBC.

One Drop” é o primeiro avanço de “This is PIL”, e tem direito a vídeo.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

The Sonics “Here Are the Sonics!!!”

Este álbum foi um pedaço importante para a história do rock n’ roll, criando depois impacto a bandas como os The Stooges ou aos The Velvet Underground. A verdade é que os norte-americanos The Sonics, são considerados uma das bandas pioneiras do rock de garagem, incentivando depois o inicio do movimento punk.
Neste disco, nas letras das suas músicas originais, a banda fazia referência à cultura adolescente dos anos 60: carros, surf, álcool, rock e sobretudo, as raparigas.
O álbum de estreia - “Here Are the Sonics!!!” – lançado pela Etiquette Records, teve sem dúvida, um enorme impacto para a música que se ouvia naquela altura, dando maior rivalidade e intensidade ao rock.
Podíamos designar “Here Are the Sonics!!!”, como um álbum de covers, já que é composto por doze temas, sendo oito deles versões, incluindo "Roll Over Beethoven" de Chuck Berry, "Do You Love Me" dos The Contours, "Night Time Is the Right Time" de Ray Charles, "Money (That's What I Want)" de Barret Strong ou "Good Golly Miss Molly" de Little Richard. Enquanto aos originais, “The Witch”, “Boss Hoss”, “Psycho” e “Strychnine”, quatro clássicos que fazem deste disco incontornável.
Em 99, o álbum é reeditado pela Norton Records, que vem incluído mais 4 singles,"Keep A Knockin” de Little Richards, "Don't Believe in Christmas", “Santa Claus” e "The Village Idiot" de Jingle Bells.
É um registo que não se pode desprezar, já que é uma referência para a maioria das bandas de ontem e de hoje.

The Sonics “Here Are the Sonics!!!” (Norton Records_1965)

Para a promoção deste álbum, fica o single “Strychnine”, com o vídeo não original.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

A Estação, de Paulo César Fajardo

Eis mais uma curta-metragem portuguesa, desta vez realizada por Paulo César Fajardo. “A Estação” produzida em 2006 para os lados da Figueira da Foz, foi inspirada numa história verdadeira, e conta com participação de Paulo P. Silva e Catarina Fajardo.
 
 Sinopse:

Um escritor empreende uma caminhada em busca de inspiração para o seu próximo livro. Esta busca leva-o até ao limiar da sua realidade cognitiva, onde as personagens são fantasmas que vagueiam em sonhos. Neste mundo alternativo onde a ficção se confunde com a realidade, o autor interpreta o papel de uma personagem num argumento maior do que a vida.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Zhala “Slippin Around”


Da Suécia, Estocolmo, chega Zhala, com uma sonoridade e até voz, muito parecida com a sua compatriota e amiga Lykke Li. O ambiente musical de Zhala é construído por ambientes electrónicos, dentro do witch house, muito perto de Fever Ray ou de os Austra, como influencias mais próximas.

“Slippin Around” é o seu mais recente single de Zhala, num ambiente tribal e sedutor. A produção do vídeo ficou a cargo de Makode Linde, com imagens psicadélicas, num universo perfeito e deslumbrante.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Sin City 7 “Inferno, Ida e Volta”

Já está disponível o último volume da saga Sin City - “Inferno, Ida e Volta” – de Frank Miller.
Série iniciada nas páginas da revista Dark Horse Presents em 1991, Sin City representou uma verdadeira revolução no mundo dos comics, ao apostar nas histórias policiais, num mercado em que os super-heróis ditavam a lei, preferindo um preto e branco altamente contrastado e de uma eficácia brutal, às cores consideradas indispensáveis em qualquer comic “mainstream”. Depois da primeira história, Miller voltou com frequência a Sin City, dando-nos a conhecer outros habitantes da Cidade do Pecado como acontece com este 7º volume da série.

Wallace é um herói de guerra que tenta ganhar a vida como ilustrador, mas isso não tem sido nada fácil. Para azar seu, salva uma bela mulher chamada Esther, apenas para vê-la raptada pouco tempo depois. O problema é que Wallace se apaixonou por ela e, além de estar disposto a fazer tudo para encontrá-la, acabará por desvendar um mistério maior do que ele imagina…”

Sin City 7 – Inferno, Ida e Volta
de Frank Miller
Edições Devir
320 páginas a cores
Preço: 29.99 PVR

terça-feira, 22 de maio de 2012

[A Velha JukeBox] GNR: Hardcore



GNR: Hardcore (Independança_1981)


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Light Asylum “Light Asylum”


Shannon Funchess e Bruno Coviello, são os Light Asylum, que no dia 1 de Maio lançaram o seu primeiro registo de longa duração.
Light Asylum” chega a retrair-se um pouco, após um EP – In Tension – que deslumbrou logo nas primeiras audições, num projecto que avizinhava-se promissor, com camadas de um synthpop bem sedutor e delirante, e principalmente, com a voz (e o carisma) de Funchess a evidenciar-se literalmente, lembrando a façanha cativante de Grace Jones. Muito aqui falei dos norte-americanos Light Asylum, inteiramente uma das minhas principais apostas para este ano, com alusões óbvias aos anos 80, a partir de uns sintetizadores bem infalíveis com algum impacto do EBM, e abraçando por completo o darkwave.
"Amar todas as pessoas que desprezas", é a mensagem de Hour Fortress”, música um pouco dissonante, com uns sintetizadores bem desinquietos. A agressividade vai ocorrendo com “Pope Will Roll”, mas é “IPC”, num ambiente mais industrial, um dos singles triunfantes deste registo, numa sonoridade abrasiva e desinquieta, absolutamente sedutora. A partir daqui o álbum vai desacelerando, com Funchess a debilitar mais a voz em “Heart Of Dust”, tornando-se sonhadora e menos agressiva. A densa e hipnótica “Sins Of The Flesh”, com os vocais mais fortes, mas num registo mais tranquilo, o mesmo podemos dizer de “Angel Tongue”. O primeiro single “Shallow Tears”, continua a seguir por caminhos preguiçosos, mas que nos vislumbra, intensamente. A mudança de humor com At Will”, outra música de enorme destaque. Galgando para extraordinária “A Certain Person”, um dos singles também residentes no EP “In Tension”, fecha a sequência inesperada de baladas.
Sim, faltou um pouco de combustível neste álbum, mas que mesmo assim não perco a confiança neste interessante grupo de Brooklyn.

Tracklist:

1. Hour Fortress
2. Pope Will Roll
3. IPC
4. Heart Of Dust
5. Sins Of The Flesh
6. Angel Tongue
7. Shallow Tears
8. At Will
9. End Of Days
10. A Certain Person


Light Asylum “Light Asylum” (Mexican Summer) – 7/10

Fica aqui apenas para audição, “IPC” é uma das músicas mais pujantes do álbum e uma das minhas favoritas.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Le Noeud Cravate

Le Noeud Cravate (The Necktie), é uma magnífica animação com variadas técnicas, produzida em Montreal no ano de 2008, por  Jean-Francois Lévesque.
A personagem central é um fantoche filmado em stop-motion, dentro de vários cenários em miniatura. Outras personagens são produzidas em 2D no tradicional papel, recortado em tiras.
A curta realizada para National Film Board of Canada, ainda arrecadou vários prémios, incluindo o Justra Award, de melhor curta de animação e no Festival de Cinéma des 3 Amériques, também como melhor curta de animação.

Noeud Cravate” é a história de homem com um trabalho fastidioso, que redescobre aos 40 anos de idade o seu acordeão, e com ele, a seu contentamento para a vida.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Rosemary “Sleep Alone”

Ainda recentemente aqui exibi o single “Old Persian Tale” retirado do EP “A Persian Tale”, dos Rosemary, duo formado pela iraniana Sahar Pour e pelo dinamarquês Lasse Martinussen.
Desse EP, foi apresentado mais um single, desta vez “Sleep Alone” e teve direito a vídeo que foi produzido pelo próprio Lasse.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

terça-feira, 15 de maio de 2012

Lower Dens “Propagation”

Propagation” é o segundo single a ser retirado do mais recente registo dos Lower Dens, “Nootropics”, lançado no inicio deste mês. Mais um trabalho ambicioso da banda de Baltimore.

O vídeo que foi dirigido por Sebastian Mlynarsky, mostra os membros da banda vestidos com fatos de apicultor branco, vagueando pela floresta, numa sonoridade lenta e envolvente.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Killing Joke “MMXII”

Este é um disco com mensagens fortes e negativas, quase apocalíptica, com ataque central aos políticos, ao capitalismo e aos problemas ambientais, mas também deparamos com momentos subtilmente optimista e de esperança, uma luz ao fundo do túnel. Depois da reunião em 2008 da formação original dos Killing Joke (Jaz Coleman, Kevin "Geordie" Walker, Martin "Youth" Glover e Paul Ferguson), que originou o lançamento em 2010 do notável álbum “Absolute Dissent”, adquirindo elogios muito positivos, a banda inglesa regressa em força este ano com “MMXII”, já considerado um dos seus melhores álbuns.
Os Killing Joke que continuam a comemorar os 30 anos carreira, lançaram ainda no início deste ano, “Down by the River”, um documento duplo ao vivo que faz parte dessas mesmas comemorações.
A paisagem devastada da capa do álbum, foi desenhada por Mike Coles, enquanto à produção ficou à responsabilidade da própria banda.
A música de abertura “Pole Shift”, fala sobre as preocupações ambientais e da necessidade urgente de arranjar soluções relativamente às localizações geográficas dos polos e ao eixo da rotação da terra. A bélica “Fema Camp”, num ataque ao estado norte-americano, relativamente às instalações e condições prisionais. “Rapture”, um dos melhores momentos de MMXII”, com camadas de energia ao melhor nível da banda de Coleman. A situação global atual e a sua perspectiva para um futuro próximo, com “Colony Collapse”, seguindo “Corporate Elect”, num punk pujante. “In Cythera”, outro excelente single, num synthpop optimista, recordando os tempos de “Night Time” (1985). As guitarras pesadas e a voz de revolta de Coleman, predomina em “Glitch”, enquanto o estrondoso “Trance” procura seguir a guitarra abrasiva de "Pssyche”.
Com “MMXII”, mostra que os Killing Joke estão melhores que nunca.  

Tracklist:
01. Pole Shift
02. Fema Camp
03. Rapture
04. Colony Collapse
05. Corporate Elect
06. In Cythera
07. Primobile
08. Glitch
09. Trance
10. On All Hallow's Eve
Killing Joke “MMXII” (Spinefarm Records/Universal) – 9/10

O single “In Cythera” é um dos momentos altos de “MMXII”. Eis o vídeo!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Das Testament des Dr. Mabuse (1933)

Como grande admirador de Fritz Lang, passando já aqui dois dos seus filmes, os clássicos “Metropolis” (1927) e “M” (1931), expondo agora aqui “Das Testament des Dr. Mabuse” (The Testament of Dr. Mabuse), o segundo filme e na minha opinião, o melhor da série Dr. Mabuse, personagem criada pelo romancista Norbert Jacques.
Basicamente dividido em 3 partes, “Dr. Mabuse, der Spieler” (1922), “Das Testament des Dr. Mabuse” (1933) e “Die tausend Augen des Dr. Mabuse” (1960), a noção da personagem Dr. Mabuse por Fritz Lang, vem da ideologia exposta pelos nazis na boca de um louco: Dr. Mabuse, advertindo para uma ameaça iminente, que em breve se tornaria numa realidade: o holocausto nazi, que terminaria com a morte de 7 milhões de polacos, entre os quais 3,5 milhões de polacos judeus, 2,6 milhões de judeus, 6 milhões de civis eslavos, 4 milhões de prisioneiros de guerra soviéticos e 1,5 dissidentes políticos.
Por isso foi proibido a sua exibição na Alemanha, durante aproximadamente duas décadas, sendo posteriormente restaurado pelo Arquivo de Cinema Alemão e o Museu de Cinema de Munique.
No elenco, Rudolf Klein-Rogge é Dr. Mabuse, To Wernicke o Inspector Lohmann, Oscar Beregi Sr. o Professor Baum e Theodor Loos o Dr. Kramm, actor que também participou em “Metropolis”.

Uma rede terrorista está à solta em Berlim. Seu objetivo é promover caos e anarquia, utilizando-se de instruções do Dr. Mabuse, que encontra-se em um hospital para doentes mentais em estado catatônico. O inspector Lohmann é o responsável pela investigação do caso, e vai apertando o cerco através de provas cada vez mais estranhas.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Iamamiwhoami “Drops”


A misteriosa Jonna Lee (Iamamiwhoami), tem lançado durante este ano, inúmeros singles, incluindo “Drops”.
Duo sueco, formado por Jonna Lee e Claes Björklund, mostram uma sonoridade dentro do synthpop e o dream pop, com algumas referências também do avant-garde. Comparados aos Knife, Fever Ray, Björk ou aos Röyksopp, os Iamamiwhoami têm editado variados singles desde o início da sua formação, 2009, sendo todos eles intitulados por uma série de números, que os torna divergentes. Está previsto o lançamento do primeiro álbum – “Kin” – para o dia 11 de Junho pela Cooperative Music.

Enquanto esperamos ansiosamente pelo disco de estreia, apreciem “Drops”.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

“Brave” o novo filme de animação da Pixar


Com estreia prevista para os territórios portugueses no verão (18 de Agosto), “Brave” é o novo filme de animação em 3D, produzida pela Pixar.
O filme foi dirigido e escrito pela norte-americana Brenda Chapman, sendo pela primeira vez, uma mulher a assumir a produção de um filme de animação na Pixar. Chapman, refere que este filme é uma combinação de amor entre Hans Christian Andersen, os irmão Grimm e o crescimento da sua filha.
A Pixar prometeu uma grande revolução na tecnologia utilizada na produção dos filmes, principalmente no aperfeiçoamento visual dos cenários e também nos efeitos 3D.

A principal personagem do filme é Mérida (Kelly MacDonald), uma princesa de um reino governado pelo Rei Fergus (Billy Connolly), e a Rainha Elinor (Emma Thompson). É uma miúda rebelde e uma óptima arqueira, acabando de fazer opções erradas, que colocarão o seu reino e os seus pais em perigo. Ela vai então enfrentar todos os perigos, no intuito de salva-los.

Eis o trailer.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Mark Stewart “Autonomia”

Foi lançado no mês de Março, “The Politics Of Envy”, o oitavo e criativo álbum a solo do britânico Mark Stewart (The Pop Group).
Numa mensagem de grande manifesto e de contestação neste registo, o músico volta a explorar a fusão do krautrock, o dub, o funk e o industrial. Um trabalho intenso e de enorme qualidade.
Neste disco, Stewart contou com uma extensa e ilustre lista de convidados: Primal Scream, Daddy G (Massive Attack), Lee 'Scratch' Perry, Douglas Hart (Jesus & Mary Chain), Gina Birch (Raincoats), Keith Levene (Clash/PiL), Tessa Pollitt (Slits), Richard Hell, Factory Floor e o cineasta Kenneth Anger.

O single de apresentação de The Politics Of Envy”, é “Autonomia” e conta com a participação dos Primal Scream. Stewart inspirou-se nesta música em Carlo Giuliani, ativista morto em 2001 durante protestos contra a reunião do G8, em Genova O vídeo foi dirigido por Douglas Hart, baixista do The Jesus and Mary Chain.


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Killing Joke “Eighties”

Banda formada nos finais dos anos 70, por Jaz Coleman (voz, teclados) e "Big" Paul Ferguson (bateria), em Notting Hill, Londres, abrangendo de imediato o guitarrista Kevin “Geordie” Walker e o baixista Martin "Youth" Glover.
Coleman pretendia inserir na sonoridade, uma nova forma e estilo, com alguma agressividade – um punk mais primitivo, com o auxílio de sintetizadores. Lançam em 79 o EP “Almost Red”, atraindo a atenção de John Peel, da BBC, chegando mesmo a convidar a banda para uma das suas secções. Ainda nesse ano assinam pela Island Records (passando depois para E.G. Records), e criam a Malicious Damage.
Lançam então o primeiro LP – Kiling Joke – em Agosto de 1980, muito bem recebido pela crítica. Iniciam vários concertos pela Inglaterra, tendo uma atitude ofensiva em palco, devido a incluírem imagens chocantes e controversas, como exemplo, um cartaz do Papa abençoando um grupo de Nazis. Mesmo repleto de polémicas, os Killing Joke conseguem alcançar o sucesso, devido à sonoridade agressiva e dançável.
A banda rapidamente progride, transmitindo um som mais denso e agressivo. Lançam em 81 o segundo álbum - What's THIS For...! – onde inclui o single "Follow the Leaders”. Em 82 sai “Revelations”, produzido por Plank Conny. Coleman dedica-se ao ocultismo e o baixista Martin "Youth" Glover deixa a banda para formar os Brilliant, juntamente com Ferguson, que largaria o projecto pouco depois, regressando aos Killing Joke ao lado de Paul Raven (baixo), gravando em 83 o 4º registo – Fire Dances – considerado um registo muito mais brando. Segue-se em 85 – Night Time – num alinhamento dentro do new wave, mais dançável e um pouco pop, que mesmo assim, viria a ter um enorme sucesso, devido aos singles “Eighties”, “Love Like Blood” e “Kings and Queens”.
Em 86 editam “Brighter Than a Thousand Suns” (último álbum com Ferguson), em 88 “Outside the Gate” e em 89, o estranho “The Courtauld Talks”, não conseguindo com estes, deter qualquer sucesso.
Martin Atkins deixa os P.I.L. e forma os Killing Joke, juntamente com o baterista Dave "Taif" Ball. Em 90 é lançado “Extremities, Dirt & Various Repressed Emotions” pela gravadora alemã Noise, obtendo críticas muito mais positivas, incluindo um som mais pesado e industrial. Martin "Youth" Glover regressa á banda e em 94, é lançado “Pandemonium”, seguindo “Democracy” em 96. A banda coloca uma pausa, regressando em 2003 com os membros – Coleman, Geordie, Youth, Raven - com o álbum “Killing Joke”, que contava com a participação especial de David Ghrol, na bateria. Bastante elogiado, o disco foi considerado mais pesado e um dos melhores da banda. Em 2006 volta à carga com “Hosannas from the Basements of Hell”, que já não continha a participação de “Youth”.
Em 2007, falece Raven, incentivando a reunião de todos os membros originais - Jaz Coleman, Kevin "Geordie" Walker, Martin "Youth" Glover e Paul Ferguson.
Marcado então pela comemoração do 30º aniversário da banda, é lançado em 2010 “Absolute Dissent”, sendo considerado um dos trabalhos mais importantes e criativos da banda, e obtendo inúmeros elogios.
Este ano é editado "MMXII", o 15º álbum da banda.
Os Killing Joke foram o principal incentivo para bandas como os Ministry, Big Black, Nine Inch Nails, Tool, Prong, Porcupine Tree, Foo Fighters e entre outros.

Recordo do álbum “Night Time”, o video “Eighties”.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Buster Keaton “The Boat”

Buster Keaton junta-se a Edward F. Cline, e dirigem a curta “The Boat” (1921), com a produção de Joseph M. Schenck.
Este filme, foi descoberto por James Manson na casa que antigamente pertencera a Buster Keaton. O filme estava já em grande estado de deterioração, mas felizmente Manson consegui-o recuperar.
Para além da participação de Keaton e de Cline, Sybil Seely interpreta o papel de esposa de Keaton.

Sinopse:

Buster constrói um barco na cave da sua casa, o Damfino. Acontece que o barco é demasiado grande para passar pela porta o que resulta no colapso da casa. Irá o barco ao menos flutuar?

Parte 1



Parte 2