Uns dias para descanso do pessoal, até lá, sempre podem
visitar o Spark Über Alles no Facebook, que vos manterei informados de algumas
novidades que surjam. Um até
já!
segunda-feira, 11 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Charlie Chaplin “Shoulder Arms”
Produzido, escrito e dirigido no ano de 1918, pelo próprio
Chaplin, “Shoulder Arms” foi inicialmente recebido com alguma relutância,
devido ao seu conteúdo satírico à guerra, principalmente por ter estreado ainda
durante o período da primeira guerra mundial (que terminou nesse mesmo ano), que
podia trazer algum incómodo a algumas pessoas mais susceptíveis. Após algum
receio à mensagem que o filme podia passar, Chaplin preferiu mesmo assim arriscar
e esse instinto levou-o a conquistar completamente o público, sendo um dos seus
filmes de maior sucesso e recebendo posteriormente, criticas muito positivas. "Senhoras e senhores - Charlie Chaplin neste filme, substitui a bengala pela espingarda, para lutar pela democracia."
A história é então passada durante a 1ª guerra mundial, no território francês. Alistado e preparado para a guerra, Chaplin é destacado para uma perigosa missão de combate, localizada frente às linhas inimigas. Auxiliado por uma rapariga francesa (Edna Purviance), consegue com alguma sorte, capturar mais de 30 soldados alemães e mais um sargento.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Iamamiwhoami “Kill”
Após recentemente ter aqui divulgado o vídeo “Drops”, a sueca Jonna Lee (Iamamiwhoami), continua a disparar singles e os respectivos vídeos. “Kill” é já o 9º single a ser retirado do álbum de estreia – Kin – a ser lançado já na próxima segunda-feira, pela Co-operative Music. “Kin” também inclui um DVD, com todos os vídeos já divulgados, que é praticamente o registo na íntegra.
Eis então o último vídeo – Kill – da saga “Kin”.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
“Hän Solo”, de Rui Lacas
Mas nem tudo são rosas na vida deste fotógrafo freelancer, que ama o desenho e a pintura. Uma doença do foro mental aflige-o e circunstâncias várias acabam por levá-lo a Madrid, onde conhece um curioso grupo e acaba por ganhar um novo nome.
Nesta obra Lacas demonstra todo o seu amor por Lisboa, reproduz fielmente uma certa boémia do Bairro Alto e mostra estar atento ao momento de crise e tensão que atravessamos, retratando as manifestações recentemente ocorridas na capital espanhola, na qual nos conduz igualmente numa pequena visita guiada.”
Hän
Solo
De Rui Lacas
Edições Polvo
Fora de colecção; 24 x 17 cm;
capa em bicromia, com badanas;
64 pág. impressas a 2 cores;
PVP: 9,90 Euros (s/IVA)
De Rui Lacas
Edições Polvo
Fora de colecção; 24 x 17 cm;
capa em bicromia, com badanas;
64 pág. impressas a 2 cores;
PVP: 9,90 Euros (s/IVA)
terça-feira, 5 de junho de 2012
Scofferlane “On Predators”
É
uma grande surpresa esta banda Soviética, que este ano lança o seu segundo álbum
de originais – Veto – pela editora alemã Afmusic.
Matt
(aka Stuart Stumpman - Vocais), Konstantin K. (guitarra), Anton C. (baixo) e Arseniy
(bateria), formam os Scofferlane, exibindo um interessante post-punk moderno,
com influências nítidas de um Nick Cave (The Bithday Party), Bauhaus ou de uns
The Cramps. Lançaram o seu 1º trabalho em 2010, com o excelente LP “Snippets”,
seguindo em 2011, o EP “Whatever…”, predominando principalmente, a voz poderosa
de Matt, que explode entre o meio de guitarras provocadoras e uma bateria poderosa.
Para os interessados, podem aqui fazer o download gratuito, dos dois primeiros
registos da banda. “Veto” contínua com a imensa atitude e qualidade dos registos anteriores, faltando apenas a presença do violoncelo e do trompete, algo que realmente sustentava mais a sua música.
“On Predators” é um dos meus singles favoritos de “Veto”, e tem vídeo.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Nico “I'm Not Sayin'” / “Femme Fatale”
Conhecida como a “Femme Fatale”, Nico (Christa Päffgen), nasceu no ano de 1938, em Köln, na Alemanha. A sua carreira começa como modelo, em Berlim, com apenas 16 anos, ganhando logo aí imensa reputação. O seu nome elegido, “Nico”, foi fundamentado no nome do realizador grego, Nikos Papatakis, dado pelo fotografo Herbert Tobias, que a fotografava numa secção de modelos, e não por Andy Warhol, como muita gente refere. Nico ruma a Paris, onde começa a trabalhar para várias revistas de moda de renome, como a Vogue, Elle, Tempo, Vie Nuove, Mascotte Spettacolo, Camera e entre outras. Aos 17 anos é convidada para laborar na Coco Chanel, para promover os seus produtos, mas não durou muito tempo, já que resolveu abandonar o seu trabalho e rumar a Nova Iorque. Durante essa altura, aprende a falar inglês, espanhol e francês.
Começa a participar em vários anúncios publicitários, mas foi em 1958, que participa num pequeno papel, no filme “La Tempesta” do italiano Alberto Lattuada's, e em 1959, no “For the First Time” de Rudolph Maté's. Nesse ano, Nico, começa a ter aulas de interpretação com Lee Strasberg, e é convidada por Federico Fellini's para entrar em “La Dolce Vita”, numa pequena representação. Em 1962 aparece como modelo na capa do disco “Moon Beams” (1962), do pianista de jazz, Bill Evans. Entra finalmente num papel principal, do realizador francês Jacques Poitrenaud's, em” Strip-Tease” (1963). Em 1962 dá à luz do seu primeiro filho - Christian Aaron "Ari" Päffgen – ao qual foi referido a paternidade, ao actor Alain Delon, que nunca o reconheceu como filho.
Em 1965 conhece Brian Jones (Rolling Stones), e grava o single "I'm Not Sayin'” /”The Last Mile” de Gordon Lightfoot, produzido por Jimmy Page. Nessa altura começa a trabalhar em Nova Iorque com Wandy Warhol e Paul Morrissey, em filmes experimentais, incluindo “Chelsea Girls”, “The Closet”, “Sunset and Imitation of Christ”.
Fascinado por Nico, Warhol decidiu inseri-la nos The Velvet Underground, já que era o principal divulgador e padrinho da banda, mesmo sendo do desagrado de Lou Reed, por esta não o seduzir muito. Mesmo assim, Lou Reed escreveu três músicas para Nico interpretar - “Femme Fatale”, “All Tomorrow Parties” e “I Will Be Your Mirror", inseridas no lendário álbum de estreia “The Velvet Underground & Nico”, de 1967. Nesse mesmo ano, Nico grava o seu primeiro álbum a solo – Chelsea Girl – para a Verve Records, obtendo críticas muito positivas, mesmo não ficando muito satisfeita com a sua produção. Nesse disco, para além do contributo de algumas músicas de Lou Reed e John Cale, também Bob Dylan escreveu a música "I'll Keep It with Mine". A cantora refere neste registo como influência, Leonard Cohen.
Edita em 1969, o seu segundo álbum – The Marble Index – referido como mais experimental, não tivesse ele mãozinhas de Cale na instrumentação e arranjos.
Nico lança mais dois discos, “Desertshore” (1970), e “The End” (1974), ambos produzidos por John Cale.
O seu 4º registo - “Drama of Exile” - é lançado em 1981, e por fim, o seu último trabalho a solo - “Camera Obscura” – de 1985, produzido novamente por John Cale.
Devido a um acidente de bicicleta, correspondente a um pequeno enfarte, batendo com a cabeça ao qual deteve uma hemorragia cerebral grave, que causou a sua morte, em 1988, em Espanha, na ilha de Ibiza.
Mesmo odiada por muitos e adorada por outros, Nico teve um papel fundamental para imensos músicos e bandas, como os Siouxsie and the Banshees, Bauhaus, Stevie Nicks, Patti Smith, Morrissey, Björk, Coil, Dead Can Dance, e entre outros.
Fica aqui o vídeo “I'm Not Sayin'”, o primeiro single intrepretado por Nico.
Para ouvir “Femme Fatale”, pelos The Velvet Underground.
Começa a participar em vários anúncios publicitários, mas foi em 1958, que participa num pequeno papel, no filme “La Tempesta” do italiano Alberto Lattuada's, e em 1959, no “For the First Time” de Rudolph Maté's. Nesse ano, Nico, começa a ter aulas de interpretação com Lee Strasberg, e é convidada por Federico Fellini's para entrar em “La Dolce Vita”, numa pequena representação. Em 1962 aparece como modelo na capa do disco “Moon Beams” (1962), do pianista de jazz, Bill Evans. Entra finalmente num papel principal, do realizador francês Jacques Poitrenaud's, em” Strip-Tease” (1963). Em 1962 dá à luz do seu primeiro filho - Christian Aaron "Ari" Päffgen – ao qual foi referido a paternidade, ao actor Alain Delon, que nunca o reconheceu como filho.
Em 1965 conhece Brian Jones (Rolling Stones), e grava o single "I'm Not Sayin'” /”The Last Mile” de Gordon Lightfoot, produzido por Jimmy Page. Nessa altura começa a trabalhar em Nova Iorque com Wandy Warhol e Paul Morrissey, em filmes experimentais, incluindo “Chelsea Girls”, “The Closet”, “Sunset and Imitation of Christ”.
Fascinado por Nico, Warhol decidiu inseri-la nos The Velvet Underground, já que era o principal divulgador e padrinho da banda, mesmo sendo do desagrado de Lou Reed, por esta não o seduzir muito. Mesmo assim, Lou Reed escreveu três músicas para Nico interpretar - “Femme Fatale”, “All Tomorrow Parties” e “I Will Be Your Mirror", inseridas no lendário álbum de estreia “The Velvet Underground & Nico”, de 1967. Nesse mesmo ano, Nico grava o seu primeiro álbum a solo – Chelsea Girl – para a Verve Records, obtendo críticas muito positivas, mesmo não ficando muito satisfeita com a sua produção. Nesse disco, para além do contributo de algumas músicas de Lou Reed e John Cale, também Bob Dylan escreveu a música "I'll Keep It with Mine". A cantora refere neste registo como influência, Leonard Cohen.
Edita em 1969, o seu segundo álbum – The Marble Index – referido como mais experimental, não tivesse ele mãozinhas de Cale na instrumentação e arranjos.
Nico lança mais dois discos, “Desertshore” (1970), e “The End” (1974), ambos produzidos por John Cale.
O seu 4º registo - “Drama of Exile” - é lançado em 1981, e por fim, o seu último trabalho a solo - “Camera Obscura” – de 1985, produzido novamente por John Cale.
Devido a um acidente de bicicleta, correspondente a um pequeno enfarte, batendo com a cabeça ao qual deteve uma hemorragia cerebral grave, que causou a sua morte, em 1988, em Espanha, na ilha de Ibiza.
Mesmo odiada por muitos e adorada por outros, Nico teve um papel fundamental para imensos músicos e bandas, como os Siouxsie and the Banshees, Bauhaus, Stevie Nicks, Patti Smith, Morrissey, Björk, Coil, Dead Can Dance, e entre outros.
Fica aqui o vídeo “I'm Not Sayin'”, o primeiro single intrepretado por Nico.
Para ouvir “Femme Fatale”, pelos The Velvet Underground.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
The Muppets “Rizzo, The Rat”
Realizado por Steve Whitmire, Rizzo, The Rat foi uma personagem pouco participativa, entrando pela primeira vez no episódio 418 do The Muppet Show, e depois em alguns filmes: The Muppet Christmas Carol, The Muppets From Space, The Muppets Take Manhattan e Muppets Tonight. Infelizmente existe poucos vídeos sobre Rizzo, e o que existe são inferiores a um minuto. Mesmo assim deixo aqui um pequeno fragmento do filme The Muppets From Space.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Light Asylum “Heart of Dust”
É no seguimento do novo vídeo dos norte-americanos Light Asylum, que aproveito para comunicar a estreia da banda em Portugal, mais precisamente na discoteca Lux, em Lisboa, no dia 15 de Junho. A banda vai ser então a próxima convidada da próxima sessão Black Ballon, invento a cargo do radiologista Pedro Ramos, onde também vão estar presentes os portugueses Capitão Fausto.
A recordar que os Light Asylum lançaram o seu primeiro álbum de longa duração, intitulado “Light Asylum”, no início deste mês e que é uma das minhas apostas para este ano.
Eis então o vídeo “Heart of Dust”, dirigido por Grant Worth e David Riley.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
The Red Tide, de Jason Reicher
No
2º ano de curso na escola de CalArts, Jason Reicher elaborou uma curta-metragem
de animação, com uma produção de imensa qualidade, principalmente na concepção
das personagens. Com elementos de um film moir, “The Red Tide” (2012), foi
inspirado no seu pai, e nas suas aventuras oceânicas nos anos 60.
A
música ficou a cargo de Max Rubell.
Etiquetas:
Curtas-Metragens,
Noticias BD/Animação/Curtas
terça-feira, 29 de maio de 2012
P.I.L. “One Drop”
Editado ontem pela editora independente – PIL Official - “This is PIL”, marca o regresso dos londrinos P.I.L. (Public Image Ltd.), aos álbuns, após 20 anos do lançamento de “That What Is Not”.
A banda liderada por John Lydon, reuniu-se em 2009, para realizar cinco concertos no Reino Unido, no intuito de financiar um novo disco. “Toda a gente pensa que eu enriqueci com os Sex Pistols, mas infelizmente isso não é verdade. Para fazer este disco, foi preciso fazer vários concertos para conseguir o financiar.” - Mencionou Lydon para uma das rádios da BBC.
“One Drop” é o primeiro avanço de “This is PIL”, e tem direito a vídeo.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
The Sonics “Here Are the Sonics!!!”
Este álbum foi um pedaço importante para a história do rock n’ roll, criando depois impacto a bandas como os The Stooges ou aos The Velvet Underground. A verdade é que os norte-americanos The Sonics, são considerados uma das bandas pioneiras do rock de garagem, incentivando depois o inicio do movimento punk.Neste disco, nas letras das suas músicas originais, a banda fazia referência à cultura adolescente dos anos 60: carros, surf, álcool, rock e sobretudo, as raparigas.
O álbum de estreia - “Here Are the Sonics!!!” – lançado pela Etiquette Records, teve sem dúvida, um enorme impacto para a música que se ouvia naquela altura, dando maior rivalidade e intensidade ao rock.
Podíamos designar “Here Are the Sonics!!!”, como um álbum de covers, já que é composto por doze temas, sendo oito deles versões, incluindo "Roll Over Beethoven" de Chuck Berry, "Do You Love Me" dos The Contours, "Night Time Is the Right Time" de Ray Charles, "Money (That's What I Want)" de Barret Strong ou "Good Golly Miss Molly" de Little Richard. Enquanto aos originais, “The Witch”, “Boss Hoss”, “Psycho” e “Strychnine”, quatro clássicos que fazem deste disco incontornável.
Em 99, o álbum é reeditado pela Norton Records, que vem incluído mais 4 singles,"Keep A Knockin” de Little Richards, "Don't Believe in Christmas", “Santa Claus” e "The Village Idiot" de Jingle Bells.
É um registo que não se pode desprezar, já que é uma referência para a maioria das bandas de ontem e de hoje.
The Sonics “Here Are the Sonics!!!” (Norton Records_1965)
Para a promoção deste álbum, fica o single “Strychnine”, com o vídeo não original.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
A Estação, de Paulo César Fajardo
Eis mais uma curta-metragem portuguesa, desta vez realizada
por Paulo César Fajardo. “A Estação” produzida em 2006 para os lados da
Figueira da Foz, foi inspirada numa história verdadeira, e conta com participação
de Paulo P. Silva e Catarina Fajardo.
Sinopse:
Um escritor empreende uma caminhada em busca de
inspiração para o seu próximo livro. Esta busca leva-o até ao limiar da sua
realidade cognitiva, onde as personagens são fantasmas que vagueiam em sonhos.
Neste mundo alternativo onde a ficção se confunde com a realidade, o autor
interpreta o papel de uma personagem num argumento maior do que a vida.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Zhala “Slippin Around”
Da Suécia, Estocolmo, chega Zhala, com uma sonoridade e até voz, muito parecida com a sua compatriota e amiga Lykke Li. O ambiente musical de Zhala é construído por ambientes electrónicos, dentro do witch house, muito perto de Fever Ray ou de os Austra, como influencias mais próximas.
“Slippin Around” é o seu mais recente single de Zhala, num ambiente tribal e sedutor. A produção do vídeo ficou a cargo de Makode Linde, com imagens psicadélicas, num universo perfeito e deslumbrante.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Sin City 7 “Inferno, Ida e Volta”
Já está disponível o último volume da saga Sin City - “Inferno, Ida e Volta” – de Frank Miller. Série iniciada nas páginas da revista Dark Horse Presents em 1991, Sin City representou uma verdadeira revolução no mundo dos comics, ao apostar nas histórias policiais, num mercado em que os super-heróis ditavam a lei, preferindo um preto e branco altamente contrastado e de uma eficácia brutal, às cores consideradas indispensáveis em qualquer comic “mainstream”. Depois da primeira história, Miller voltou com frequência a Sin City, dando-nos a conhecer outros habitantes da Cidade do Pecado como acontece com este 7º volume da série.
“Wallace é um herói de guerra que tenta ganhar a vida como ilustrador, mas isso não tem sido nada fácil. Para azar seu, salva uma bela mulher chamada Esther, apenas para vê-la raptada pouco tempo depois. O problema é que Wallace se apaixonou por ela e, além de estar disposto a fazer tudo para encontrá-la, acabará por desvendar um mistério maior do que ele imagina…”
Sin City 7 – Inferno, Ida e Volta
de Frank Miller
Edições Devir
320 páginas a cores
Preço: 29.99 PVR
terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Light Asylum “Light Asylum”
Shannon Funchess e Bruno Coviello, são os Light Asylum, que no dia 1 de Maio lançaram o seu primeiro registo de longa duração.
“Light Asylum” chega a retrair-se um pouco, após um EP – In Tension – que deslumbrou logo nas primeiras audições, num projecto que avizinhava-se promissor, com camadas de um synthpop bem sedutor e delirante, e principalmente, com a voz (e o carisma) de Funchess a evidenciar-se literalmente, lembrando a façanha cativante de Grace Jones. Muito aqui falei dos norte-americanos Light Asylum, inteiramente uma das minhas principais apostas para este ano, com alusões óbvias aos anos 80, a partir de uns sintetizadores bem infalíveis com algum impacto do EBM, e abraçando por completo o darkwave.
"Amar todas as pessoas que desprezas", é a mensagem de “Hour Fortress”, música um pouco dissonante, com uns sintetizadores bem desinquietos. A agressividade vai ocorrendo com “Pope Will Roll”, mas é “IPC”, num ambiente mais industrial, um dos singles triunfantes deste registo, numa sonoridade abrasiva e desinquieta, absolutamente sedutora. A partir daqui o álbum vai desacelerando, com Funchess a debilitar mais a voz em “Heart Of Dust”, tornando-se sonhadora e menos agressiva. A densa e hipnótica “Sins Of The Flesh”, com os vocais mais fortes, mas num registo mais tranquilo, o mesmo podemos dizer de “Angel Tongue”. O primeiro single “Shallow Tears”, continua a seguir por caminhos preguiçosos, mas que nos vislumbra, intensamente. A mudança de humor com “At Will”, outra música de enorme destaque. Galgando para extraordinária “A Certain Person”, um dos singles também residentes no EP “In Tension”, fecha a sequência inesperada de baladas.
Sim, faltou um pouco de combustível neste álbum, mas que mesmo assim não perco a confiança neste interessante grupo de Brooklyn.
Tracklist:
1. Hour Fortress
2. Pope Will Roll
3. IPC
4. Heart Of Dust
5. Sins Of The Flesh
6. Angel Tongue
7. Shallow Tears
8. At Will
9. End Of Days
10. A Certain Person
Light Asylum “Light Asylum” (Mexican Summer) – 7/10
Fica aqui apenas para audição, “IPC” é uma das músicas mais pujantes do álbum e uma das minhas favoritas.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Le Noeud Cravate
“Le Noeud Cravate” (The Necktie), é uma magnífica animação com variadas
técnicas, produzida em Montreal no ano de 2008, por Jean-Francois Lévesque. A personagem central é um fantoche filmado em stop-motion, dentro de vários cenários
A curta realizada para National Film Board of Canada, ainda arrecadou vários prémios, incluindo o Justra Award, de melhor curta de animação e no Festival de Cinéma des 3 Amériques, também como melhor curta de animação.
“Noeud Cravate” é a história de homem com um trabalho fastidioso, que redescobre aos 40 anos de idade o seu acordeão, e com ele, a seu contentamento para a vida.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Rosemary “Sleep Alone”
Ainda
recentemente aqui exibi o single “Old Persian Tale” retirado do EP “A Persian
Tale”, dos Rosemary, duo formado pela iraniana Sahar Pour e pelo dinamarquês Lasse Martinussen.
Desse
EP, foi apresentado mais um single, desta vez “Sleep Alone” e teve direito a
vídeo que foi produzido pelo próprio Lasse.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Lower Dens “Propagation”
“Propagation” é o segundo single a ser retirado do mais
recente registo dos Lower Dens, “Nootropics”, lançado no inicio deste mês. Mais
um trabalho ambicioso da banda de Baltimore.
O vídeo que foi dirigido por Sebastian Mlynarsky, mostra os membros da banda vestidos com fatos de apicultor branco, vagueando pela floresta, numa sonoridade lenta e envolvente.
O vídeo que foi dirigido por Sebastian Mlynarsky, mostra os membros da banda vestidos com fatos de apicultor branco, vagueando pela floresta, numa sonoridade lenta e envolvente.
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