
A primeira grande apresentação ao vivo do grupo, foi quando fizeram a primeira parte dos Ramones no CBGB's Club, Nova Iorque, em 1975. Em 1976 entra Jerry Harrison (guitarrista e teclista), antigo membro dos The Modern Lovers. Ao obterem o contrato com a Sire Records, em 1977, editam o seu primeiro álbum intitulado “Talking Heads: 77”, que não alcançou grande sucesso, mas hoje é considerado um dos melhores registos do grupo. Lançam em 78 “More Songs about Buildings and Food”, produzido por Brian Eno, que desde essa altura começa a ser um dos elementos fundamentais da banda. Este álbum conseguiu obter uma aceitação mais positiva perante a crítica e público. Em 79 lançam “Fear Of Music” e no ano seguinte “Remain in Light” (um dos clássicos da banda), sendo o tema “Once in a Lifetime”, um dos principais responsáveis do sucesso deste disco. A banda neste álbum já incorporava influências do world music.
David Byrne resolve trabalhar a solo, editando "My Life in the Bush with Ghosts", em parceria com Brian Eno e a banda sonora "The Catherine Wheel". Enquanto a Chris Frantz e Tina Weymouth, formam os Tom Tom Club, seguindo por caminhos do soul dance e funk. Nessa fase Brian Eno resolve desligar-se dos Talking Heads, dedicando-se aos U2.
Em 83 editam o seu álbum mais comercial – “Speaking in Tongues” – alcançando um enorme sucesso de vendas, graças ao single “Burning Down the House”. A banda entra em tournée, sendo considerado um dos melhores da história do rock e o último. Depois disso ainda lançaram “Little Creatures” (85), “True Stories” (86) e “Naked” (88). Desde aí os Talking Heads começaram a dar indícios de desgaste, fazendo que David Byrne em 91, anunciasse o fim do projecto durante uma entrevista. Byrne continua presente no mundo musical, seguindo por um caminho a solo. Chris Frantz e Tina Weymouth continuam com os Tom Tom Club e Jerry Harrison dedica-se apenas à produção, tendo trabalhado inclusivamente para bandas como os Violent Femmes, The Von Bondies, No Doubt e etc.
Hoje os Talking Heads são uma principal referência, particularmente para bandas mais alternativas.
Do álbum “True Stories”, recordo a contagiante “Wild, Wild Life”.
1 comentário:
Banda incontornável.
77 é uma obra-prima.
8)
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