Terça-feira, 20 de Março de 2012
[A Velha JukeBox] Salada de Frutas: Robot
Publicada por Spark em 3/20/2012 0 Rabiscos
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Segunda-feira, 19 de Março de 2012
Pop. 1280 “The Horror”
Um ano após do elogiado EP “The Grid”, os nova-iorquinos Pop. 1280, marcam posição este ano com um magnífico álbum, lançado pela Sacred Bones.
“The Horror”, marca a estreia no formato de longa-duração e, entre o punk e o noise, a banda de Chris Bug, revela-se de forma perversa e inteligente, fustigando os sentidos do ouvinte sem piedade.
Herdeiros de uns The Birthday Party, Pussy Galore ou de uns The Jesus Lizards, os Pop. 1280, também exploraram o psicadélico e o synth, formula que podemos encontrar em bandas como os Cabaret Voltaire, Chrome ou nos Sonic Youth. Basicamente, toda esta miscelânea, faz com que a banda norte-americana tente administrar à sua sonoridade, algo divergente, nunca descartando o domínio do rock mais denso, ou da exibição dos instintos mais animalescos.
O tema de abertura, “Burn the Worm”, um ribombar quase primitivo, com as guitarras e a bateria com uma fúria descomunal. “New Electronix”, um excelente single, pujante. A militar “Nature Boy”, a insensível “Bodies in the Dunes”, a aura quase psicadélica de “Beg Like a Human” e de “Dogboy”, a rajada anárquica de “West World”, e por fim, a retro futurista “Crime Time”.
Um óptimo álbum, mas agora tirem as vossas conclusões!
Tracklist:
01. Burn the Worm
02. New Electronix
03. Nature Boy
04. Bodies in the Dunes
05. Cyclotron
06. Beg Like a Human
07. Dogboy
08. West World
09. Hang ‘Em High
10. Crime Time
Pop. 1280 “The Horror” (Sacred Bones) – 8/10
Para ouvir “New Electronix”.
E “Burn the Worm”.
Publicada por Spark em 3/19/2012 0 Rabiscos
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Sexta-feira, 16 de Março de 2012
The Division of Gravity, de Rob Chiu
“How many things we held yesterday as articles of faith, which today we tell as fables…” Michel De Montaigne
Curta protagonizada por Rebecca Calder e Max Wrottesley, e dirigido por Rob Chiu, o mesmo autor de outras excelentes curtas como “Fear of Love” e “The Rebirth of Sky”, “The Division of Gravity” é o seu último trabalho, que é belíssimo. Dou-vos agora essa oportunidade de o apreciar.
“I know well what I am fleeing from but not what I am in search of” Michel De Montaigne
Publicada por Spark em 3/16/2012 0 Rabiscos
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Quinta-feira, 15 de Março de 2012
Wraygunn, apresentam novo álbum, “L’Art Brut”, este sábado no Lux
A banda de Paulo Furtado, Raquel Ralha e Selma Uamusse, irão apresentar este sábado na discoteca Lux, em Lisboa, “L’Art Brut”, disco lançado no passado dia 12.
Após cinco anos do último álbum - Shangri-la – muito elogiado pela imprensa nacional, o novo registo “retoma ao caminho dos anteriores discos dos Wraygunn: a constante renovação do legado do Rock’n’Roll através da exploração da sua relação com a mais profunda música negra norte-americana”.
Para além do espectáculo ao vivo em Lisboa, está agendado mais 3 datas – no dia 22, em Coimbra (TAGV), 23 em Tondela (ACERT), e no dia seguinte, Porto (Hard Club).
“Don’t You Wanna Dance” é o primeiro single e vídeo, de “L’Art Brut”, realizado por Paulo Furtado, com direcção de fotografia de Jorge Quintela e cenografia de Ricardo Preto.
Publicada por Spark em 3/15/2012 0 Rabiscos
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Quarta-feira, 14 de Março de 2012
Montra 2012, em destaque a animação alemã
Inicia já na próxima segunda-feira, dia 19, até dia 25, o Festival de Animação de Lisboa - Monstra 2012, que este ano apresenta uma retrospectiva abrangente do cinema de animação alemão.
Eis abaixo o texto de Ricardo Nabais do Jornal Sol.
A Alemanha é o país convidado da Monstra – Festival de Cinema de Animação de Lisboa, que decorre entre 19 e 25 de Março em vários espaços da capital.
Nomes consagrados da produção germânica como Lotte Reiniger, Bruno Böttge ou Raimund Krumme terão retrospectivas nas salas de cinema ‘reservadas’ para o festival (com a ‘base’ localizada no cinema São Jorge, na Avenida da Liberdade).
O programa, apresentado hoje no cinema São Jorge pelo director do festival, Fernando Galrito, compreende mais de 100 filmes alemães, repartidos entre vários temas, que percorrem as vanguardas dos anos 20 – que incluem filmes que mesclam coreografias e música, com portas de garagem, mãos, peças de xadrez e até uma versão de ‘Pedro e o lobo’ com marionetas – até às produções mais recentes, algumas já datadas de 2012.
Além desta possibilidade de olhar para a Alemanha sem ser sob o ponto de vista de sanções por défices orçamentais, outro país homenageado com uma retrospectiva é o Japão, país de grande tradição e de que se destacam duas produções presentes no programa deste ano, Ghost in the Shell de Mamoru Oshii e Winter Days, uma homenagem ao malogrado Kihachiro Kawamoto.
Some-se a estas retrospectivas os habituais filmes em competição. Como este é um ano par, seguindo a tradição da Monstra, a concurso vão estar curtas-metragens (as longas são para os anos ímpares) nacionais e internacionais, além de um outro conjunto em prova, as curtíssimas.
Como é também habitual, a Monstra consagra parte da sua programação aos mais novos (a Monstrinha) e desenvolve programas paralelos de intercâmbio entre a animação e outras artes e ainda há que não esquecer a formação, com masterclasses de especialistas da área. Este ano, o realce desta parte do programa vai para a presença de Ron Diamond, membro da Academia de Hollywood que avalia o cinema de animação que passa pelos óscares. Em Lisboa, Diamond vai dinamizar a masterclass ‘Tudo o que quis saber para concorrer ao Óscar, mas nunca perguntou’.
E há que não esquecer a projecção de um clássico, Bambi, que comemora o seu 70º aniversário em 2012. O filme vai ser exibido no Tróia Resort e os espectadores terão transporte gratuito para o local a partir de Lisboa.
Outra novidade este ano é a parceria da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), que se junta aos principais parceiros de sempre do festival, a EGEAC e a Câmara Municipal de Lisboa. Pela primeira vez, a Monstra atribui o prémio SPA/Vasco Granja ao melhor filme de animação português de 2011, com o valor de cinco mil euros.
Fica aqui um pequeno trailer da curta alemã “Ast Mit Last”, de Falk Schuster, uma das curtas inseridas no festival.
Publicada por Spark em 3/14/2012 0 Rabiscos
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Terça-feira, 13 de Março de 2012
Dois dias de puro Rock’ n ‘Roll, com Jon Spencer Blues Explosion
Os norte-americanos Jon Spencer Blues Explosion estão de regresso ao nosso país, para dois concertos, o primeiro a realizar-se já amanhã no Hard Club (Porto), e no dia seguinte, na sala TMN ao Vivo (Lisboa).
Após as cinzas dos delirantes Pussy Galore, Jon Spencer cria um novo projecto no início dos anos 90, destacando-se na sua sonoridade, também o punk e o blues, lançando o último álbum de originais – Damage – em 2004. Após isso, Spencer une-se a Matt Verta-Ray e forma os Heavy Trash, projecto que se tem dedicado nestes últimos tempos, surgindo já três discos.
Em 2010, Jon Spencer Blues Explosion, lançam a colectânea “Dirty Shirt Rock 'n' Roll: The First Ten Years”, e reeditam totalmente a sua discografia. Regressam também nesse ano aos palcos.
O preço dos bilhetes é de 18€ no Porto, e 22€ em Lisboa. A não perder!
Para ver e ouvir nestes dias “Bellbottoms”, do álbum “Orange” de 1994.
Publicada por Spark em 3/13/2012 0 Rabiscos
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Segunda-feira, 12 de Março de 2012
Mark Lanegan Band “Blues Funeral”
Oito anos após “Bubblegum” (2004), o músico norte-americano Mark Lanegan, está de regresso aos seus discos a solo, com “Blues Funeral”, uma das minhas grandes apostas para este ano.
Uma das vozes intemporais do grunge, ligada na altura aos Screaming Trees, Lanegan, para além de uma discografia a solo sólida, tem-se dedicado nestes últimos tempos a outros projectos, relativamente a parcerias com Isobel Campbell, Greg Dulli ou com Josh Homme, nos Queens of the Stone Age, alcançando desde então, um justo prestígio. Todas essas parcerias, motivaram-no a convidar muitos desses músicos amigos a colaborarem consigo em “Blues Funeral”, tal como Josh Homme, Greg Dulli, Alain Johannes, Jack Irons e Martyn Lenoble.
Para além do blues, o rock e o soul, o músico resolveu explorar novos caminhos musicais, inserindo também ambientes eletrónicos. Na minha opinião, essa química funcionou muito bem, algo que já tinha experimentado nos Soulsavers. Ecos de Joy Division, New Order ou Kraftwerk, emerge como influências neste álbum, como podemos destacar em “Harborview Hospital” ou em “Ode To Sad Disco”. Mas o blues continua a estar presente, em “Bleeding Muddy Water”, “St Louis Elegy” e “Phantasmagoria Blues”. O rock devastador de “Quiver Syndrome” e de “Riot In My House”, que conta com a participação de Josh Homme, e “The Gravedigger’s Song”, tema bem sedutor e escolhido para primeiro single.
“Gray Goes Black”, num registo mais pop, a sombria “Leviathan” ou a “Deep Black Vanishing Train”, deixa-nos por fim seguros, que “Blues Funeral”, é um álbum a sério.
Tracklist:
1. The Gravedigger’s Song
2. Bleeding Muddy Water
3. Gray Goes Black
4. St Louis Elegy
5. Riot In My House
6. Ode To Sad Disco
7. Phantasmagoria Blues
8. Quiver Syndrome
9. Harborview Hospital
10. Leviathan
11. Deep Black Vanishing Train
12. Tiny Grain Of Truth
Mark Lanegan Band “Blues Funeral” (4AD) – 8,5/10
Vídeo dirigido por Alistair Legrand, eis o primeiro e brilhante single de “Blues Funeral”, “The Gravedigger’s Song”.
Publicada por Spark em 3/12/2012 2 Rabiscos
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Sexta-feira, 9 de Março de 2012
Buster Keaton “The Scribe”
Dirigido por John Sebert e produzido por The Construction Safety Association of Ontario, no Canada, em 1966, “The Scribe” é o último filme protagonizado por Buster Keaton, que morreu nesse mesmo ano. Apesar de já ter 70 anos quando fez esta curta, a interpretação de Keaton é formidável. Continua envolver-se em cenas arriscadas e em acrobacias, fazendo por vezes lembrar os seus primeiros filmes, mas claramente com alguma limitação.
Aqui no papel de jornalista amador, que se introduz numa construção de um edifício, armando alguma confusão perante os trabalhadores.
Publicada por Spark em 3/09/2012 0 Rabiscos
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Quinta-feira, 8 de Março de 2012
Nightlife “On the Run”
Um synth mais melódico e a voz doce de Caroline Myrick, é a combinação perfeita para um projecto tão sedutor e intenso, como os Nightlife.
A dupla (Caroline Myrick e Darin Rajabian), oriunda de Michigan, Estados Unidos, lançou no último trimestre de 2011, o EP “Radio”. O resultado é bem positivo e apelativo, com deliciosas camadas electrónicas.
Para ver “On the Run” e mais abaixo, para ouvir “Lightspeed”, num alinhamento muito idêntico a uns Visage. Ora confirmem!
Para ouvir “Lightspeed”
Publicada por Spark em 3/08/2012 0 Rabiscos
Etiquetas: Noticias Musica
Quarta-feira, 7 de Março de 2012
Matatoro, de Mauro Carraro
Mais uma curta que foi seleccionada para o festival de animação – Anima Mundi 2011 – produzido em França na escola Supinfocom Arles (2010), pelos autores Mauro Carraro, Raphaël Calamote e Jérémy Pasquet. A banda-sonora de Matatoro, ficou a cargo de Pierre Manchot. Animação em 3D, com cores exuberantes, um bom gosto de ilustração e um trabalho bem atractivo.
“O mundo hermético das touradas e seu público, reinventado e reinterpretado”.
Publicada por Spark em 3/07/2012 0 Rabiscos
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Terça-feira, 6 de Março de 2012
The Rope “Water to Wine”
Banda oriunda de Minneapolis, Minnesota, os The Rope exibe influências de um post-punk bem atraente e promissor. Nota-se uma sonoridade próxima de uns Bauhaus, Killing Joke, Systers of Mercy ou dos The Chameleons, homenageando impecavelmente esses antecedentes. Sintetizadores exuberantes e percussões agressivas, é para já o testemunho de um projecto bem curioso, que vai de certeza agradar a muita gente.
A banda norte-americana por agora, conta no seu repertório apenas um EP – The Rope – encontrando-se a preparar o seu álbum de estreia.
Este “Water to Wine” agrada-me muito.
“Silence”.
Publicada por Spark em 3/06/2012 0 Rabiscos
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Segunda-feira, 5 de Março de 2012
Mark Lanegan “Hit the City”
Musico nascido no ano de 1964, Ellensburg WA, Estados Unidos, Mark Lanegan inicia a sua carreira como músico em meados de 80, formando os Screaming Trees, banda que iria ser uma influência para o movimento grunge. Os Screaming Trees nunca chegaram a alcançar grande sucesso, apenas o sexto registo “Sweet Oblivion” (1992), conseguiu dar algum reconhecimento à banda. O grupo termina as suas funções em 2000, mas antes, já Lanegan tinha lançado o seu primeiro álbum a solo em 90 – The Winding Sheet – considerado por Dave Grohl (Nirvana, Foo Fighters), como um dos melhores álbuns de sempre. Mesmo não conseguindo grande êxito com este registo, edita o seu 2º álbum a solo - Whiskey for the Holy Ghost – em 94, conseguindo já obter algumas críticas bem positivas, destacando-se principalmente a sua maturidade musical. A destacar neste disco o tema "The River Rise".
Continuando nos Screaming Trees, lança o seu 3º trabalho a solo – “Scraps at Midnight” – em 98, continuando a mostrar influências do blues, algo que já tinha feito nos seus dois registos anteriores. No ano seguinte edita um disco de covers - I'll Take Care Of You – e dá também a informação do fim dos Screaming Trees. A partir daqui, Lanegan inicia uma das melhores fases da sua carreira, juntando-se a Josh Homme nos Queens of the Stone Age, participando em 3 excelentes álbuns – “Rated-R” (2000), “Songs for the Deaf” (2002) e "Lullabies to Paralyze" (2005).
Em 2001 ainda edita “Field Songs” e em 2003 junta-se a Greg Dulli (The Afghan Whigs) e forma os The Gutter Twins, lançando o primeiro registo – “Saturnalia” – só em 2008. Continuando em alta, Lanegan lança o que é para mim o seu melhor registo a solo – “Bubllegum” – em 2004, contando com a participação de músicos como Josh Homme, PJ Harvey, Greg Dulli e Duff" McKagan.
Em 2004 em parceria com Isobell Campbell (ex-Belle & Sebastian), dentro das influências folk, lança em 2006 - Ballad of the Broken Seas – seguindo em 2008 - Sunday at Devil Dirt – e por fim em 2010 – Hawk. Um projecto muito bem recebido pela crítica e público.
Para além destes trabalhos que aqui referi, Lanegan também participou noutros projectos como os Soulsavers, Mad Season, The Desert Sessions, Melissa Auf Der Maur, The Twilight Singers, Martina Topley-Bird e entre outros.
O músico lançou no inicio de Fevereiro, o seu sétimo álbum a solo – Blues Funeral – um dos motivos da sua visita a Portugal, no dia 30 de Março, no Porto (Hard Club), e no dia seguinte em Lisboa, na Sala TMN.
Recordo do álbum “Bubllegum” (2004), “Hit the City”.
Para ouvir "The River Rise", do álbum “Whiskey for the Holy Ghost”, de 94.
Publicada por Spark em 3/05/2012 0 Rabiscos
Sexta-feira, 2 de Março de 2012
The Muppet Show “The Newsman”
Insistindo na apresentação das personagens da fantástica série The Muppet Show, The Newsman ou The Muppet News Reporter, é o popular jornalista da Muppet News Flash. Estreou-se de imediato, no segundo episódio em 1976, do The Muppet Show, fazendo algumas entrevistas aos convidados do programa, passando depois, noticiando histórias bizarras e com imensa precisão. Ficou também famoso pela sua falta de sorte a que cada noticia que dava, levando permanentemente com um objecto.
Para além da sua presença nos filmes “The Great Muppet Caper” e “A Muppet Family Christmans”, aparece também no último filme “The Muppets”, que passou nos cinemas o ano passado.
And now a Muppet News flash.
Publicada por Spark em 3/02/2012 0 Rabiscos
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Quinta-feira, 1 de Março de 2012
Au/Palais “Tender Mercy”
De Toronto, tem surgido alguns projectos interessantes, onde o goth-pop e o electro, destaca-se particularmente. Os Austra ou os Trust, são um exemplo dessa sonoridade mais sombria, mas os irmãos David e Elise Commathe, conseguem transmitir algo mais cintilante e optimista à sua música.
Os Au Palais, lançaram no final do ano passado o seu primeiro EP – Tender Mercy – pela The Sounds of Sweet Nothing, contendo quatro músicas maravilhosas.
Recentemente, ficou disponível o vídeo “Tender Mercy”, um dos singles de grande destaque deste EP.
Publicada por Spark em 3/01/2012 1 Rabiscos
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Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
Óscares 2012: “Mr. Morris Lessmore", o grande vencedor de Melhor Curta de Animação
"The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore", acabou por conquistar a estatueta, na categoria de “Melhor Curta-Metragem de Animação”, cuja cerimónia se realizou no domingo passado em Los Angeles.
A curta que derrotou, "Dimanche/Sunday" de Patrick Doyon, "La Luna" de Enrico Casarosa, "A Morning Stroll" de Grant Orchard e Sue Goffe, e "Wild Life" de Amanda Forbis e Wendy Tilby, foi produzida nos estúdios Moonbot, por William Joyce (ex-Pixar e Dreamworks), e Brandon Oldenburg. Na minha opinião, foi um justo vencedor!
“Inspirado, em medidas iguais, pelo furacão Katrina, Buster Keaton, O Mágico de Oz, e um amor pelos livros, “Morris Lessmore” é uma história de pessoas que dedicam as suas vidas aos livros e livros que retornam o favor. Morris Lessmore é uma alegoria comovente e engraçada sobre os poderes curativos das histórias. Usando uma variedade de técnicas (miniaturas, animação por computador, animação 2D) o premiado autor/ilustrador William Joyce e o Co-diretor Brandon Oldenburg apresentam uma nova experiência narrativa que remonta aos filmes mudos e musicais da MGM. “Morris Lessmore” é antiquado e moderno ao mesmo tempo.”
Na categoria de “Melhor Longa-Metragem de Animação”, o premiado foi “Rango”, do norte-americano Gore Verbinski. Uma das minhas animações favoritas, “Chico & Rita” do espanhol Fernando Trueba, foi infelizmente a derrotada da noite.
Publicada por Spark em 2/29/2012 0 Rabiscos
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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012
[A Velha JukeBox] Xmal Deutschland: Matador
Publicada por Spark em 2/28/2012 1 Rabiscos
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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012
Pink Floyd “The Wall”
Sensacional, marcante, exemplar, genial, o “The Wall” foi um dos álbuns de enorme destaque na minha adolescência, e que o contexto é extremamente psicadélico e martirizado de um mundo imaginário e de uma sociedade cruel, trazido das ambiciosas mentes dos membros, de uma das melhores bandas do século XX, os Pink Floyd.
A inspiração do The Wall nasceu quando Roger Waters cuspiu para um fã, quando este estava a ter um comportamento perturbador. Mais tarde repugnado pela sua acção, teve a ideia de construir um muro entre ele e o público, que depois passou essa ideia para a produção do álbum. O seu alinhamento também é um pouco diferente dos registos anteriores, sendo mais duro e teatral.
“O conceito do disco retrata a história da vida de um anti-herói (Pink), que é repisado e agredido pela sociedade desde os primeiros dias da sua vida: sufocado pela mãe, oprimido na escola, ele constrói um muro em sua consciência para dividir ele da sociedade, e refugia-se num mundo de fantasia que criou para si. Durante uma alucinação provocada pela droga, Pink transforma-se num ditador fascista apenas para que a sua consciência rebelde o ponha em tribunal, onde o seu juiz interior ordene que mande abaixo o seu próprio muro e que se abra para o mundo exterior.”
Foram singles como The Happiest Days of Our Lives, Another Brick in the Wall (Parte II), Hey You, Mother, Run Like Hell e Comfortably Numb, que formalizaram parte do sucesso deste disco, sendo o 3º mais vendido nos Estados Unidos, recebendo ainda 23 platinas, como também teve vendas de 11,5 milhões de cópias do álbum duplo somente nos EUA.
Posteriormente, The Wall foi explorado para filme, dirigido pelo britânico Alan Parker, onde foi protagonizado por Bob Geldof.
Está ainda previsto para este ano, uma edição de luxo limitada – Immersion – do The Wall, que contem 5 CD’s e um DVD. Ainda o ano passado foi reeditado toda a discografia da banda, baptizada de Discovery.
Pink Floyd “The Wall” (Harvest Records_1979)
Este vídeo retirado do filme The Wall, é acompanhado por “Run like Hell” (um dos meus temas favoritos).
Publicada por Spark em 2/27/2012 0 Rabiscos
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Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012
Allegro Non Troppo: “Danza Slava n°7”, de Dvořák
Aqui está mais um fragmento retirado de “Allegro Non Troppo” do italiano Bruno Bozzeto, produzido em 1976. Já aqui tinha exibido “Bolero” de Ravel e “Valzer Triste” de Sibeliu’s, hoje faço referência a outra animação inspirada na música clássica - “Danza Slava n°7”, de Dvořák.
Publicada por Spark em 2/24/2012 0 Rabiscos
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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012
Nova versão de “Warm Leatherette”, do projecto The Normal
O single “Warm Leatherette” é um clássico de 78, do inglês Daniel Miller’s (The Normal), e fundador da Mute Records, que recentemente foi elaborado uma nova versão, com direito também a vídeo.
Os dois singles apenas editados, “T.V.O.D.” e “Warm Leatherette”, persistem a ser tão relevantes, originais e inovadores para a música dos dias de hoje.
A voz ficou por conta de “electro-lady” Georgie. Eis então o vídeo.
Publicada por Spark em 2/23/2012 1 Rabiscos
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