segunda-feira, 22 de setembro de 2008

The Young Gods “T.V. Sky”

Lembro-me ter conhecido The Young Gods num antigo programa da RTP2 com o Zé Pedro dos Xutos e a Xana da Rádio Macau, com o teledisco “Gasoline Man”.
Após a audição marcante que a música teve para mim, tive oportunidade de adquirir o álbum e fiquei impressionado com a qualidade de o resto do disco.
Também não podia deixar de comprar a discografia anterior que já contava com mais 3 álbuns, todos excelentes.

T.V.Sky foi completamente produzido em inglês com a tentativa de entrar no mercado americano. Os The Young Gods conseguiram introduzir a sua arquitectura sónica, apenas com a voz de Franz Treichler, a bateria de Use e os sintonizadores de Al Comet, fizeram de um álbum grandioso e impressionante.
Os ritmos movimentados das músicas T.V. Sky, Gasoline Man e Dame Change. Os suaves ambientes de Our House, She Rains e de Summer Eyes com quase 20 minutos e composto principalmente para homenagear os The Doors, mostra de forma inteligente um universo musical.
Skinflower o single escolhido para apresentação do álbum, ajudou a tornar o disco mais bem sucedido em termos comerciais.

“T.V. Sky” 1992 (Play It Again Sam - PIAS) – 9/10

Fiquem com o vídeo "Skinflower" desta fenomenal banda Suíça.


Poderão ver também o vídeo não oficial de “Gasoline Man”

6 comentários:

André Faria disse...

Bom album, embora o meu preferido seja o Play Kurt Weil.

inda hoje recordo o concerto de Young Gods no extinto Cinema Alvalade, como o melhor a que tive oportunidade de assistir...

Spark disse...

Já os vi algumas vezes e não me canso de os ver, porque eles ao vivo são mesmo mto bons e acho que merecem essa retribuição.
Play Kurt Weill é também sem duvida um grande álbum. O T.V. Sky é um álbum mais comercial, mas foi um passo para entrar no resto da discografia e encontrar os álbuns anteriores que fizeram dos The Young Gods, uma das minhas bandas de eleição.

Azelpds disse...

A minha banda favorita em conjunto com os Skinny Puppy e os Curve. ^_^

Não consigo eleger um álbum favorito, se bem que o super ready é o que gostei menos deles até hoje, sendo o único até hoje que não me entrou por aí além excepto uma ou duas faixas.

Sempre que eles vêm cá vou ve-los ainda hoje. Não me canso também. :p

Spark disse...

É isso, é difícil eleger um álbum favorito dos The Young Gods, achando que estão quase todos a um grande nível de qualidade. Enquanto ao Super Ready, voltaram um pouco ao início daquilo que tinham feito antes, mas parece que falta qualquer coisa. Concordo contigo quando achas que é o mais fraco, acho que voltaram ao som mais energético do início e menos experimentalismo como os anteriores. Mesmo assim foi bom saber que se preocuparam em voltar ás origens.;)

André Faria disse...

Curve??? Era engraçado, sim senhor... E a rapariga era um espanto...

Azelpds disse...

spark, ya, falta mesmo ali qualquer coisa. Apesar de ter a sua energia, sinto em muitas das músicas algo um pouco forçado nisso de quererem tentar voltar aos tempos dos primeiros álbuns. Em alguns aspectos até acho o disco um passo atrás na evolução deles em termos qualitativos.

André, yep, e a rapariga ainda continua a ter a sua piada. :p
É uma das bandas que mais me faz impressão como nunca ficou muito conhecida e como foi sendo largamente ignorada ao longo dos anos.